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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Coalizão árabe acusa rebeldes iemenitas de violarem trégua 138 vezes

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iêmen contra os rebeldes xiitas houthis, acusou seus adversários de infringirem pelo menos 138 vezes o cessar-fogo estabelecido com o exército governamental na cidade de Al Hudaydah, desde a sua entrada em vigor no último dia 18.


EFE

Riad - O porta-voz da aliança, Turki al Maliki, disse em entrevista coletiva na capital saudita que os houthis cometeram 138 violações da trégua desde o seu início até o dia de ontem, domingo.


EFE/EPA/YAHYA ARHAB
EFE/EPA/YAHYA ARHAB

Segundo Maliki, os rebeldes tiveram como alvo o exército governamental e milícias leais ao presidente Abdo Rabu Mansour Hadi, com diferentes tipos de armas e projéteis.

Por isso, o porta-voz acusou os rebeldes xiitas de tentarem "minar o acordo e fazê-lo fracassar", e reafirmou o compromisso do exército iemenita com o mesmo.

O porta-voz militar deu boas-vindas à resolução adotada na sexta-feira pelo Conselho de Segurança da ONU, que respalda o acordo alcançado pelo governo iemenita e os rebeldes na Suécia, em 13 de dezembro.

Esse acordo estabeleceu um cessar-fogo na cidade de Al Hudaydah, dominada pelos rebeldes desde 2014 e cercada pelas tropas governamentais e seus aliados desde junho, quando deram início a uma ofensiva para recuperar seu controle.

O cessar-fogo começou à meia-noite de 17 para 18 de dezembro (19h do dia 17 em Brasília) e foi respeitado em grande medida, mas foram registradas violações esporádicas, das quais as duas partes se responsabilizaram mutuamente.

A coalizão árabe, que apoia as tropas governamentais e tem forças destacadas no terreno, prosseguiu com suas operações no Iêmen, mas garantiu estar comprometida com a aplicação do cessar-fogo na cidade litorânea.

Ontem à noite, a missão de observadores da ONU encarregada de supervisionar a trégua e liderada pelo general reformado holandês Patrick Cammaert chegou à cidade estratégica, depois de ter mantido reuniões com as duas partes na capital, Sana, e em Aden, sede temporária do governo reconhecido internacionalmente.

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