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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Coalizão árabe diz que trégua em Al Hudaydah começa nesta terça-feira

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iêmen em apoio ao exército governamental, confirmou nesta segunda-feira que a trégua na cidade estratégica de Al Hudaydah entrará em vigor a partir da próxima meia-noite, em aplicação do acordo firmado na semana passada com os rebeldes houthis na Suécia.


EFE

Riad - 
O porta-voz da coalizão, coronel Turki al Maliki, disse em entrevista coletiva em Riad que o enviado da ONU acertou com as duas partes em conflito o começo da trégua à meia-noite desta terça-feira no Iêmen (19h de hoje em Brasília).

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Ontem, o movimento houthi anunciou que "a implementação efetiva do cessar-fogo em Al Hudaydah começará em 18 de dezembro".

O porta-voz da coalizão árabe destacou que "a ONU e a comunidade internacional são responsáveis pela aplicação" da trégua, que foi estipulada com a mediação das Nações Unidas.

Além disso, acrescentou que haverá "comitês de vigilância" para monitorar a trégua, que comunicarão qualquer violação, além de representantes da ONU para supervisionar o seu cumprimento.

Al Maliki considerou que esta é "uma prova verdadeira" para os rebeldes xiitas diante da comunidade internacional e a ONU.

O militar destacou que "é importante que os houthis se comprometam com os pontos do acordo e não o violem", como ocorreu em algumas ocasiões anteriores, segundo o porta-voz.

Também ressaltou que os rebeldes aceitaram comparecer à mesa de negociações graças à "pressão militar contínua e simultânea em todas as frentes", exercida pelas forças governamentais apoiadas pela coalizão integrada principalmente pela Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Na aliança estão todos "comprometidos" e "apoiam todos os esforços para conseguir uma solução política no Iêmen", afirmou Al Maliki.

Na última quinta-feira as duas partes selaram um acordo preliminar para um cessar-fogo imediato em Al Hudaydah, controlada pelos rebeldes desde 2014 e sobre a qual as forças governamentais lançaram uma ofensiva em junho.

O acordo será implementado em fases e prevê a retirada de todas as forças militares da cidade em um prazo de 21 dias depois da implementação do cessar-fogo.

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