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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Compra de jatos F-35 na Bélgica é adiada após renúncia de premiê

A compra por parte da Bélgica de de jatos de combate F-35 dos EUA para a modernização de sua Força Aérea será adiada devido à recente renúncia do primeiro-ministro belga, segundo uma fonte disse à Sputnik nesta sexta-feira (21).


Sputnik

"Apesar de a escolha ter sido feita oficialmente a favor dos F-35, as conversas com seu fabricante, o conglomerado dos EUA, Lockheed Martin, têm que continuar. De fato, o governo temporário não é responsável por isso. Então, a situação se torna precária até certo ponto", disse a fonte.


Caça americano F-35 (centésimo voo)
CC BY 2.0 / Samuel King Jr / F-35 100th fligh

Mais cedo, o rei Philippe, da Bélgica aceitou a renúncia do primeiro-ministro Charles Michel após o premiê ter perdido uma votação de não confiança após um conflito em seu gabinete de governo. O conflito é consequência da postura de Michel em prol do acordo da ONU sobre imigração.

O atual governo manteve as responsabilidades, porém sua atividade é limitada e não abrange decisões importantes como a negociação com a Lockheed Martin.

No dia 25 de outubro, o então premiê belga oficialmente anunciou que iria realizar a compra dos jatos de combate F-35 norte-americanos. Em outubro, a Lockheed Martin e britânica BAE Systems permaneceram com as únicas participantes da competição pela modernização da equipamento militar da Bélgica.

A expectativa é de que contrato da venda dos jatos de combate para Bruxelas seja assinado no início de 2019.

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