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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Conheça Riachuelo, o novo submarino brasileiro (VÍDEO)

Um recém-nascido de 1.870 toneladas foi batizado nesta sexta-feira (14), em Itaguaí, no litoral sul do Rio de Janeiro. O submarino Riachuelo foi construído no Brasil, fruto de um acordo de defesa e transferência de tecnologia com a França.


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Ele é o caçula de uma família que vai aumentar. Com propulsão por motores diesel-elétricos, o Riachuelo ganhará três irmãos com o mesmo sistema de propulsão. Em 2029, está prevista a entrega da jóia da cora: o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear. 


O submarino brasileiro Riachuelo.
O submarino brasileiro Riachuelo.© SPUTNIK / THALES SCHMIDT

Todas as embarcações serão construídas na Itaguaí Construções Navais, empresa fruto da parceria franco-brasileira e subsidiária da Odebrecht. Segundo a própria companhia, ela é a única fabricante de submarinos no hemisfério sul.

Com o futuro submarino nuclear brasileiro, o país entrará em um seleto clube. Apenas Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, França, China e Índia têm embarcações deste tipo em suas frotas.

O recém nascido Riachuelo foi batizado em cerimônia com o presidente em exercício, Michel Temer (MDB) e seu sucessor, Jair Bolsonaro (PSL). A madrinha foi a primeira dama Marcela Temer, que quebrou uma taça de champagne na embarcação, seguindo ritual das forças navais.

O embaixador da França e o Comandante da Marinha francesa também participaram da cerimônia. Segundo o Estadão, havia a expectativa do presidente francês, Emmanuel Macron, também vir para o batismo, mas a viagem foi cancelada.

O Riachuelo é a versão "tropicalizada" da tecnologia francesa, adequada aos interesses brasileiros, afirmou o diretor presidente da Itaguaí Construções Navais, André Portalis. O empresário também disse que o estaleiro brasileiro poderá no futuro "atender aos países aliados do Brasil e da França".

O acordo entre Brasil e França foi assinado em 2009, pelos então presidentes Lula (PT) e Nicolas Sarkozy. O investimento total previsto no programa de renovação de submarinos brasileiros, conhecido como PROSUB, é de R$ 35 bilhões, divididos de 2008 até 2028. Deste valor, já foram investidos cerca de R$ 17 bilhões.

O PROSUB já esteve na mira das autoridades por um suposto desvio de R$ 2,8 bilhões. A Marinha nega as irregularidades e diz que a obra é acompanhada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

"País de vocação pacífica, o Brasil constrói submarinos não para ameaçar quem quer que seja, ou perturbar águas internacionais. O Brasil constrói seus submarinos, porque um país com mais de 7 mil quilômetros de costa, não pode prescindir de instrumentos para defesa de sua soberania e suas riquezas marinhas", afirmou Temer.

Atualmente a frota de submarinos brasileira é composta de quatro submarinos de tecnologia alemã, com mais de 3 décadas de operação.

De acordo com a Marinha, o mar é o caminho de 95% das exportações brasileiras e guarda cerca de 90% do petróleo nacional.

"Temos interesses estratégicos muito grandes no mar", disse o comandante da Marinha Eduardo Bacellar Leal Ferreira. "O mundo luta por energia, comida e água, e nós temos energia, comida e água."


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