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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Cópia de antigo míssil soviético? Testes do 'inovador' Neptun ucraniano causam polêmica

As autoridades ucranianas informaram sobre testes bem-sucedidos do novo míssil Neptun. Entretanto, alguns analistas descobriram que o "novo" míssil se parece muito com um antigo míssil soviético.


Sputnik

O teste do míssil antinavio foi realizado em 5 de dezembro. Durante o exercício, os mísseis destruíram oito alvos convencionais a uma distância de cerca de 300 quilômetros, informou Kiev.


As autoridades ucranianas afirmam que Netuno atingiu o alvo, mas isso não deve ser retirado do vídeo.
Foto: KB Luch / Youtube

O chefe do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Aleksandr Turchinov, indicou que o objetivo das manobras era verificar o alcance e a precisão da arma.

O analista militar ucraniano Mikhail Zhirokhov afirmou que Kiev precisa de uma arma capaz de "neutralizar a agressão híbrida russa" nos mares Negro e de Azov. Ao mesmo tempo, Zhirokhov indicou que atualmente o Neptun está em fase de testes e pode entrar em serviço não antes de meados do ano de 2019.

A fabricação do míssil pode ter levado mais tempo devido à necessidade de elaborar um sistema de guiamento. De fato, atualmente poucos países produzem mísseis autoguiados.

O especialista militar Aleksei Leonkov explicou ao portal russo Vzglyad que a ausência do sistema de guiamento não é problema se for conhecida a localização exata do alvo. No entanto, o analista duvida que o recente teste tenha sido tão bem-sucedido como foi descrito por Kiev.

"Lançar um míssil e afirmar que atingiu o alvo não é um assunto complicado. Mas onde, por exemplo, estão as gravações ou os dados de telemetria? Além disso, os militares geralmente emitem avisos antes de testar mísseis na zona onde navegam navios civis", explicou o especialista.

Outra questão polêmica é saber se o Neptun é realmente uma arma nova. Vários especialistas observam que o míssil ucraniano parece ser uma cópia quase exata do míssil soviético Kh-35.

O analista militar e editor-chefe adjunto da revista russa Arsenal Otechestva, Dmitry Drozdenko, revelou que a única coisa que diferencia o novo míssil, além de sua cor, é a presença de uma etapa adicional.

Ao mesmo tempo, o cientista político russo e professor da Universidade de Economia Plekhanov, Andrei Koshki, ficou impressionado com a nova modificação do míssil.

"Estão trabalhando no Neptun há muito tempo, eles sofreram tantos fracassos e agora mostram um resultado tão bom. Não acredito que eles tenham conseguido isso sem ajuda externa", disse ele.

A esse respeito, Koshkin não descartou a possível participação dos EUA no seu desenvolvimento.

O analista também admitiu que é difícil avaliar a precisão do novo míssil, já que as informações sobre oito lançamentos bem-sucedidos foram emitidas pelas próprias autoridades ucranianas e não têm qualquer prova documental.

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