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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Curdos pedem ajuda da França para criar zona de exclusão aérea no norte da Síria

O Conselho Democrático da Síria pediu ajuda da França para declarar zona de exclusão aérea no norte da Síria, afirmou nesta sexta-feira o co-presidente da organização, Ilham Ahmed.


Sputnik

"Estamos pedindo à França para ajudar a estabelecer uma zona de exclusão aérea no norte da Síria", disse o co-presidente em uma entrevista coletiva em Paris.


Curdos sírios do YPG (foto de arquivo)
Curdos do YPG © AFP 2018 / Delil Souleiman

Ele acrescentou que as Forças Democráticas da Síria serão forçadas a deixar a província de Deir ez-Zor se a Turquia começar uma operação militar nesta área.

Ele ressaltou que a decisão dos EUA de retirar suas tropas do território complicará a luta contra o terrorismo.

Na véspera, o embaixador francês na ONU, François Delattre, declarou que a França tentará defender os curdos após a anunciada retirada das tropas norte-americanas da Síria.

Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proclamou a vitória sobre o Daesh na Síria, destacando que combater o grupo terrorista era a única razão para os EUA permanecerem no país árabe. Portanto, essa seria a hora para os militares dos EUA voltarem para casa.

Por outro lado, a Turquia juntou tropas na fronteira com a Síria e já anunciou que pretende iniciar uma operação militar contra os curdos no país vizinho.

A França é membro da coalizão internacional liderada pelos EUA que, desde 2014, tem lutado contra o Daesh na Síria e no Iraque.

A presença da coalizão na Síria não conta com a aprovação de Damasco.

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