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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Daesh não está completamente derrotado na Síria, garante ministra alemã

A ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, refutou nesta quarta-feira as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a vitória sobre o Daesh na Síria.


Sputnik

No início de dezembro, Trump declarou que os Estados Unidos haviam derrotado o grupo terrorista na Síria, acrescentando que os jihadistas eram a única razão pela qual as tropas dos EUA estavam lutando no país do Oriente Médio durante sua presidência.


A ministra alemã da Defesa, Ursula von der Leyen, conversa com militares alemães durante uma visita à base aérea de Incirlik, onde tropas alemãs estavam instaladas, em 21 de janeiro de 2016
Ursula von der Leyen © REUTERS / Tobias Schwarz

"Entre os aliados há um ponto de vista comum que infelizmente o Daesh ainda não foi completamente derrotado", afirmou von der Leyen ao jornal alemão Rheinishe Post.

A ministra alemã destacou que Washington ainda não revelou seus planos para a retirada de suas tropas da Síria.

"Também apoiamos muitas nações europeias e Estados muçulmanos que querem impedir completamente o renascimento do terrorismo do Daesh", observou von der Leyen.

A coalizão liderada pelos EUA lançou sua campanha na Síria em setembro de 2014, alegando que o objetivo é derrotar o Daesh. As atividades da coalizão não são autorizadas nem pelo governo sírio, nem pelo Conselho de Segurança da ONU.

Em defesa da sua decisão, Trump afirmou que caberá à Turquia continuar o combate. Um assessor do presidente dos EUA complementou, dizendo que a Rússia prosseguirá combatendo o grupo terrorista.

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