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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Decisão da saída das forças americanas é vitória para Síria e aliados, diz deputado sírio

O deputado do parlamento da Síria, Ammar al Asad, disse à Sputnik Árabe que a escolha da remoção das forças militares dos EUA do país sírio foi uma consequência do fracasso do controle americano.


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"A decisão de retirar as tropas americanas foi o resultado da derrota das forças sob seu controle. O plano americano de dividir a Síria através de conflitos religiosos e étnicos fracassou", afirmou al Asad.


Fuzileiros navais norte-americanos em al-Qaim, perto da fronteira síria, oeste do Iraque (Arquivo)
Fuzileiros navais dos EUA na Síria © AFP 2018 / USMC

O deputado sírio complementou dizendo que "as vozes da condenação da permanência ilegal de americanos na Síria estão se tornando mais altas", e que a presença das forças americanas no país árabe interferiu na decisão política e no avanço do exército sírio. "Os americanos ajudaram os terroristas do Daesh. A retirada das tropas é uma vitória real para o governo sírio e seus aliados: Rússia e Irã."

"Agora as Forças Democráticas da Síria (SDF) iniciarão a cooperação com o exército do governo sírio, porque Washington não mais as apoiará. As SDF estão procurando aliados para resistir à agressão turca. Ninguém quer repetir a história de Afrin, quando 800 mil pessoas abandonaram suas casas", ressaltou o parlamentar.

Para o general Hatem Bashat, membro do comitê africano no parlamento egípcio, a situação na região mudará após a decisão dos EUA, pois a Turquia pode ocupar o lugar que ficou livre e, além disso, ninguém sabe para onde as tropas americanas vão se deslocar.

O político líbio Abdullah Asamnah declarou à Sputnik que "Washington decidiu retirar suas tropas da Síria por dois motivos".

"Primeiramente, os próprios americanos queriam isso. Pessoas comuns querem mais concentração em problemas internos, e não em problemas externos. Muitas pessoas foram feridas e mortas no Afeganistão e no Iraque, as pessoas têm medo de passar por esses horrores novamente", ressaltou Asamnah.

A segunda razão está no fato de que Washington se tornou mais leal ao presidente sírio, Bashar Assad, que estava convencido de que, de maneira independente e com o apoio russo, poderia lidar com os terroristas que sobraram no país.

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