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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

'Desastre completo': The National Interest comenta criação de um exército europeu

A ideia de criar um exército único da União Europeia, anteriormente apresentado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, levanta sérias questões, escreve o jornal The National Interest.


Sputnik


Segundo o artigo, a realização de tal plano será um "desastre completo". A principal fraqueza de um exército único é que a União Europeia é mais um bloco econômico do que os "Estados Unidos da Europa". Por isso, não está claro como serão tomadas as decisões sobre o uso dessas tropas.


Soldados do Exército alemão na Lituânia (arquivo)
Militares alemães na Lituânia © AP Photo / Mindaugas Kulbis

Se isso exigir a aprovação de todos os países-membros, será difícil alcançá-lo devido a possíveis divergências. Caso a decisão sobre o uso do exército unificado venha a ser tomada por alguma entidade especial, haverá quem questione por que razão tal foi confiado a "burocratas que não foram escolhidos por ninguém".

Além disso, o autor do artigo observa que, em caso de um conflito com um inimigo como a Rússia, as tropas precisarão de cobertura aérea, suporte da aviação de transporte, sistemas de guerra eletrônica e muito mais.

Atualmente, o apoio a ações militares de grande escala depende principalmente dos Estados Unidos. Assim, a intervenção militar da OTAN na Líbia em 2011 só foi possível porque Washington forneceu aviões de reabastecimento, bombas inteligentes e reconhecimento aéreo, escreve o jornal.

"Sem integração política, a Europa não será capaz de criar forças armadas adequadas ao seu poder econômico", conclui o autor.

No dia 6 de novembro, Emmanuel Macron disse que a União Europeia deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos e da OTAN a fim de poder se defender. De acordo com o líder francês, os países europeus devem ser mais fortes e independentes para combater as ameaças globais, aumentando a sua capacidade de defesa e segurança. A iniciativa recebeu apoio da chanceler alemã, Angela Merkel, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o a possibilidade.

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