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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

'Desastre completo': The National Interest comenta criação de um exército europeu

A ideia de criar um exército único da União Europeia, anteriormente apresentado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, levanta sérias questões, escreve o jornal The National Interest.


Sputnik


Segundo o artigo, a realização de tal plano será um "desastre completo". A principal fraqueza de um exército único é que a União Europeia é mais um bloco econômico do que os "Estados Unidos da Europa". Por isso, não está claro como serão tomadas as decisões sobre o uso dessas tropas.


Soldados do Exército alemão na Lituânia (arquivo)
Militares alemães na Lituânia © AP Photo / Mindaugas Kulbis

Se isso exigir a aprovação de todos os países-membros, será difícil alcançá-lo devido a possíveis divergências. Caso a decisão sobre o uso do exército unificado venha a ser tomada por alguma entidade especial, haverá quem questione por que razão tal foi confiado a "burocratas que não foram escolhidos por ninguém".

Além disso, o autor do artigo observa que, em caso de um conflito com um inimigo como a Rússia, as tropas precisarão de cobertura aérea, suporte da aviação de transporte, sistemas de guerra eletrônica e muito mais.

Atualmente, o apoio a ações militares de grande escala depende principalmente dos Estados Unidos. Assim, a intervenção militar da OTAN na Líbia em 2011 só foi possível porque Washington forneceu aviões de reabastecimento, bombas inteligentes e reconhecimento aéreo, escreve o jornal.

"Sem integração política, a Europa não será capaz de criar forças armadas adequadas ao seu poder econômico", conclui o autor.

No dia 6 de novembro, Emmanuel Macron disse que a União Europeia deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos e da OTAN a fim de poder se defender. De acordo com o líder francês, os países europeus devem ser mais fortes e independentes para combater as ameaças globais, aumentando a sua capacidade de defesa e segurança. A iniciativa recebeu apoio da chanceler alemã, Angela Merkel, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o a possibilidade.

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