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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Distância não é obstáculo: analista ressalta importância de envio de Tu-160 à Venezuela

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião de transporte militar An-124 e uma aeronave IL-62 chegaram nesta segunda-feira (10) à Venezuela, procedentes da Rússia. Analista político russo comenta a importância deste voo.


Sputnik

Segundo informou a defesa russa, os aviões voaram uma distância total de 10 mil quilômetros. Em algumas partes do trajeto, as aeronaves russas foram acompanhadas por caças F-16 da Força Aérea da Noruega.


Bombardeiro Tu-160 depois de pousar no aeroporto da Venezuela
Tupolev Tu-160 na Venezuela © AFP 2018 / Federico Parra

O ministério russo sublinhou que o voo foi realizado em estrita concordância com as regulamentações internacionais.

O analista militar Andrei Koshkin destacou a dificuldade do voo realizado e o profissionalismo dos pilotos russos, que cumpriram a tarefa com sucesso e conforme a lei internacional.

"A cooperação que está sendo desenvolvida ativamente hoje em dia entre a Rússia e a Venezuela demonstra que tais distâncias colossais não representam obstáculo nem para nossos especialistas, nem para o equipamento militar. Acho que o voo é um bom exemplo para o Ocidente, liderado pelos EUA, que estão acostumados a permanecer perto das fronteiras russas e a fazer o que consideram necessário", falou Koshkin para o serviço russo da Rádio Sputnik.

A Rússia, por sua vez, ressalta o especialista, simplesmente mostra que é capaz de construir relações com países latino-americanos e realizar manobras conjuntas.

Na semana passada, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu se encontrou com o homólogo venezuelano, Vladimir Padrino López, e expressou a esperança de que aviões de combate russos possam continuar realizando voos para a Venezuela, assim como navios possam atracar em portos venezuelanos.

Shoigu sublinhou que tais voos são para os militares russos "uma oportunidade de obter experiência importante para a aviação de longo curso e manter o equipamento em estado operacional".

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