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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Donald Trump: militares americanos que lutaram na Síria são 'grandes heróis do mundo'

A vitória sobre a organização terrorista do Daesh foi alcançada, os militares dos EUA precisam voltar para casa, afirmou o presidente norte-americano, Donald Trump, através de um vídeo publicado no Twitter.


Sputnik

A declaração foi feita em uma mensagem de vídeo que o mandatário estadunidense postou na sua conta do Twitter.


Tropas dos Estados Unidos
Tropas dos EUA na Síria © AFP 2018 / MARK WILSON / POOL

"Nós lutamos muito tempo na Síria. Sou presidente já há quase dois anos e realmente elevamos o nível [dos combates] e vencemos o Daesh. Batemos neles, batemos neles a sério, recuperamos o território, e chegou a hora de nossas tropas voltarem para casa ", anunciou Trump.

Ao mesmo tempo, Donald Trump disse que os militares dos EUA são "grandes heróis americanos" e "heróis de todo mundo".

"Eles lutavam por nós, mas destruíram o Daesh, que danifica o mundo", acrescentou.

Em 19 de dezembro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, declarou que os EUA estão se preparando para retirar todas as suas forças da Síria.

As Forças Armadas norte-americanas serão retiradas do país em um período de 60 a 100 dias, relatou a Reuters.

A coalizão liderada pelos EUA e seus aliados das Forças Democráticas da Síria, maioritariamente curdos, lançaram uma campanha contra os remanescentes do Daesh [organização terrorista proibida em vários países incluindo a Rússia] escondidos em diversas cidades a leste do rio Eufrates.

O governo da Síria tem acusado reiteradamente a coalizão de usar fósforo branco e bombas de fragmentação na região e de causar pesadas baixas civis em perímetros urbanos. A coalizão confirmou a realização de uma pesada campanha de ataques aéreos na região, inclusive na cidade de Hajin, mas negou que as bombas estejam causando mortes civis em massa e refuta o uso de fósforo branco e munições cluster proibidas.

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