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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Eficiência de defesa dos EUA contra mísseis balísticos é 'muito baixa', diz especialista

Segundo o designer chefe do Instituto de Moscou de Tecnologia Termal, Yury Solomov, a eficiência das unidades de defesa dos EUA contra mísseis balísticos no Alasca e na Europa é 'extremamente baixa'.


Sputnik

A declaração foi publicada no jornal russo Argumenti Nedeli, nesta quinta-feira (27).


Uma bateria do sistema de defesa aérea dos EUA Patriot (foto de arquivo)
MIM-104 Patriot © Sputnik / Igor Zarembo

"Tudo relacionado ao sistema de defesa existente deixou ser há muito tempo algo relacionado a meios de defesa militar e passou para a esfera político-militar. De fato, a eficiência desses sistemas de defesa contra mísseis balísticos é extremamente baixa", disse Solomov quando questionado sobre se as unidades de defesa dos EUA no Alasca e na Europa eram capazes de deter os mísseis balísticos intercontinentais da Rússia.

No entanto, ele acrescentou que as unidades de defesa colocadas na Europa poderiam ser utilizadas também como armamento ofensivo e que isso seria "um tipo completamente diferente de ameaça".

Especialistas do Instituto de Moscou de Tecnologia Termal criaram mísseis balísticos estratégicos como os RSD-10 Pioneer, que foi retirado de serviço devido ao Tratado de Forças Nucleares de Faixa Intermediária (INF), em 1987, além dos RT-2PM Topol e dos RSM-56 Bulava.

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