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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Especialista comenta chances de OTAN enviar navios ao mar Negro em apoio à Ucrânia

Senador americano John Barrasso declarou que gostaria de ver ações mais decididas dos EUA e da OTAN contra a Rússia no caso que envolveu a Ucrânia.


Sputnik

Além disso, Barrasso afirmou que o presidente americano agiu certo ao cancelar o encontro bilateral com o presidente russo, que estava previsto para ocorrer durante a cúpula do G20.


Navio de desembarque Yamal da Frota do Mar Negro da Rússia
Navio de desembarque Yamal da Frota do Mar Negro da Rússia © Sputnik / Vasily Batanov

"As palavras não significam nada para ele. Para ele apenas as ações importam, por isso, eu penso que devemos fazer mais", disse Barrasso, insinuando que o líder russo leva em consideração apenas a "força".

O senador sugeriu o envio de navios para o mar Negro por parte dos EUA, tentando encorajar a OTAN a seguir os passos americanos, como uma demonstração de força contra a Rússia. Além disso, Barrasso também sugeriu o envio adicional de armas antinavio e sistemas antiaéreos para a Ucrânia.

Perante a declaração do senador americano, o especialista e diretor do Instituto para Estudos Estratégicos, Grigory Tischenko, acredita que a OTAN não apoiará a ideia de enviar seus navios ao mar Negro, segundo o jornal The Hill.

Grigory Tishchenko enfatizou que é pouco provável que a OTAN se decida por esse passo, pois essa seria uma operação de alto risco, tanto para suas forças quanto para os países da região. Além disso, a decisão seria algo preocupante e traria sérias consequências negativas para todos os envolvidos.

O especialista também ressalta que uma ação como essa provavelmente seria apenas um desejo da própria Ucrânia, que estaria tentando fazer com que a OTAN resolva disputas causadas por eles mesmos ao realizar provocações, influenciando o senador americano para avançar com suas ideias.

Essa suspeita é gerada pelo fato de a Ucrânia possuir apoiadores no Congresso e no Senado americano, que sempre defenderam as decisões de Kiev.

Entretanto, o especialista russo acredita que as partes envolvidas terão bom senso e não seguirão os conselhos do senador americano em apoio à Ucrânia.

Anteriormente, o presidente norte-americano, Donald Trump, decidiu cancelar a reunião marcada com seu homólogo russo, Vladimir Putin, na cúpula do G20 na Argentina. O anúncio do presidente dos EUA aconteceu menos de uma hora depois de ele afirmar que era um "bom momento" para se encontrar com Putin, mas que tomaria uma decisão depois de receber um relatório completo sobre o incidente no estreito de Kerch.

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