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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

'Espero que este seja o último ano da guerra no Iêmen', diz enviado da ONU

Martin Griffiths avalia 2018 como um período “terrível” que progressivamente foi marcado por “esperança”; Conselho de Segurança deve analisar detalhes sobre ação de observadores no cessar-fogo acordado para Hodeida


ONU

O enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para o Iêmen, Martin Griffiths, declarou esta quinta-feira que sua expectativa é que 2018 “seja o último ano da guerra” no país.


Enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para o Iêmen, Martin Griffiths | Governo da Suécia/Ninni Andersson

Em entrevista à ONU News, de Genebra, o representante disse que por um lado 2018 foi “um ano terrível” com as previsões de fome e os confrontos que se alastraram até várias localidades do país.

Solução Política

Mas o enviado também afirmou que no decorrer do ano, foi-se observando que a opinião internacional estava claramente virada para a necessidade de uma solução política para o conflito iemenita, uma situação que “levou a um ano de esperança”.

Na semana passada, a consulta política entre delegações do governo iemenita e dos rebeldes huthis resultou no cessar-fogo para a cidade portuária de Hodeida após uma semana de reuniões em Estocolmo.

Outro avanço alcançado na cidade sueca foi o acordo sobre a troca de prisioneiros, que deve envolver 4 mil detidos. Metade deles será libertada por cada lado do conflito.

Fim do Conflito

O enviado considerou que o cessar-fogo na cidade portuária de Hodeida está no caminho certo. Neste momento, aguarda-se a chegada do pessoal da ONU que vai monitorar a trégua depois de uma semana do acordo. Esse processo será coordenado pelo coronel Patrick Cammaert com observadores não armados.

Os detalhes da atuação dos especialistas serão dados nos próximos dias em relatório do secretário-geral ao Conselho de Segurança. Espera-se que logo de seguida seja aprovada uma resolução do órgão sobre os observadores.

O representante disse estar esperançado pelos resultados desse trabalho e que tudo depende da vontade das partes para garantir avanços no processo. Ele destacou ainda que a expectativa é que 2019 possa ser um ano do fim de conflito.

O enviado descreveu a participação do Grupo Consultivo de Mulheres nas sessões de diálogo em Estocolmo. Griffiths disse que, atuando de uma forma informal, as participantes trouxeram calma ao diálogo e foram um grande recurso que “espera que só melhore e tenha participação mais ampla com o tempo.”

Desde a escalada do conflito entre grupos armados e a aliança pró-governo liderada pela Arábia Saudita em 2015, o conflito deixou 20 milhões de pessoas carentes de ajuda. Metade delas não sabe como obter sua próxima refeição.

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