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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

EUA realizam voo imprevisto por cima da Ucrânia

Os Estados Unidos e seus aliados realizaram na quinta-feira (6) um voo imprevisto por cima da Ucrânia no âmbito do acordo de céu aberto após os eventos no estreito de Kerch, declarou o Pentágono.


Sputnik

"Hoje, os Estados Unidos e aliados realizaram um voo não planejado por cima da Ucrânia no âmbito do tratado de céu aberto. A escolha do tempo para este voo deve demonstrar a adesão dos EUA aos compromissos perante a Ucrânia e outros países", diz o comunicado. No relatório, o incidente no estreito de Kerch foi caracterizado como uma escalada perigosa.


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Avião de reconhecimento da Força Aérea dos EUA RC-135 | Reprodução

"Os EUA buscam ter boas relações com a Rússia, mas elas são impossíveis no contexto das suas ações ilegais e desestabilizadoras na Ucrânia e em qualquer outro lugar", diz a declaração.

Na terça-feira (27), um tribunal russo ordenou a prisão preventiva de 15 dos 24 marinheiros ucranianos detidos pela guarda fronteiriça russa. Na segunda-feira (26), o parlamento ucraniano aprovou a introdução da lei marcial em algumas regiões do país por 30 dias.

No domingo (25), três navios da Marinha ucraniana, em violação dos artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, entraram na zona aquática temporariamente encerrada do mar territorial da Rússia e realizaram manobras perigosas durante várias horas sem reagir às exigências das embarcações russas que acompanhavam os navios ucranianos.

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