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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Exército sírio acusa coalizão dos EUA de atacar suas posições

A Síria acusou neste domingo a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos de atacar posições do seu exército na região central do país árabe, conforme disse uma fonte militar à agência Sana.


Sputnik

"As forças da coalizão americana lançaram por volta das 8:00 desta noite vários mísseis contra algumas posições de nossas forças nas montanhas Ghorab, ao sul de Al-Sukhnah", disse a fonte citada pela agência Sana.


Ataque da coalizão liderada pelos Estados Unidos na Síria (arquivo)
Bombardeio dos EUA à Síria © AP Photo / Maya Alleruzzo

Ainda de acordo com o militar, felizmente, os bombardeios teriam causado apenas danos materiais ao Exército Sírio, não deixando ninguém ferido.

Os Estados Unidos lideram uma coalizão composta por mais de 70 países que, desde 2014, vem realizando ataques contra o grupo terrorista Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, no Iraque e na Síria. Enquanto as operações em território iraquiano são levadas a cabo em cooperação com as autoridades locais, os bombardeios na Síria ocorrem sem a autorização de Damasco ou do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sendo, assim, consideradas ilegais pelo governo do presidente sírio, Bashar Assad.

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