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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Exército sírio reforça posições ao longo da fronteira oeste de Manbij

O exército sírio reforçou suas posições ao longo da fronteira oeste de Manbij, de acordo com um correspondente da Sputnik.


Sputnik

Bandeiras sírias foram hasteadas nos povoados situados na linha de contato com as formações pró-turcas Escudo do Eufrates.


Exército sírio se instalando na área de Manbij
Militares sírios em Manbij © Sputnik / Muhammad Maaruf

Uma fonte no local comunicou à Sputnik que o exército sírio continua reforçando suas posições no noroeste de Manbij.

"O exército está reforçando suas posições em direção à fronteira norte da região. Assim, o exército sírio deve impedir a deslocação das forças do Escudo de Eufrates em direção a Manbij", apontou a fonte.

Nesta sexta-feira (28), o Estado-Maior das Forças Armadas da Síria divulgou um comunicado, segundo qual o exército sírio, em resposta aos apelos da população, entrou em Manbij, controlado anteriormente pelas formações curdas, e hasteou ali a bandeira síria.

Mais cedo, as forças das Unidades de Proteção Popular (YPG) se dirigiram ao governo sírio pedindo para estabelecer o controle sobre as áreas por eles abandonadas, em particular em Manbij, para protegê-las da invasão turca.

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