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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

França é o 'homem doente da Europa' hoje, ataca ministro da Polônia

A França é o novo "homem doente da Europa", afirmou o ministro de Relações Exteriores da Polônia, citando os distúrbios dos coletes amarelos e o recente ataque jihadista em Estrasburgo. A Polônia, por outro lado, é um "ponto brilhante" do continente, prosseguiu.


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Os problemas da França estão prejudicando toda a região, declarou Jacek Czaputowicz ao canal de TV Polsat News na última segunda-feira.


Der polnische Außenminister Jacek Czaputowicz (Archiv)
Jacek Czaputowicz © AP Photo / Czarek Sokolowski

"A França é o homem doente da Europa, é um empecilho para a Europa, enquanto a Polônia é um ponto brilhante", pontuou.

O ataque terrorista em Estrasburgo, que deixou cinco pessoas mortas, bem como os protestos dos coletes amarelos que vêm acontecendo nas últimas semanas, provam "que algo não está certo na França", segundo o chanceler polonês.

Ao mesmo tempo, "a retirada do presidente [francês Emmanuel] Macron das reformas do Estado" — causada pela pressão dos manifestantes — também é uma coisa "triste".

O título nada invejável de "o homem doente da Europa" foi cunhado em meados do século XIX e originalmente se referia ao Império Otomano, enquanto os outros impérios poderosos de outrora circulavam pelo Estado decadente.

Quando o Império Otomano entrou em colapso após a Primeira Guerra Mundial, muitos países europeus foram rotulados de "doentes" quando passaram por vários problemas domésticos.

A própria França não recebe pela primeira vez a questionável 'honra'. No final dos anos 2000, o país foi designado assim em um relatório do banco estadunidense Morgan Stanley, enquanto a mídia europeia se referiu à França por esse "título" em meados de 2010.

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