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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Futuro caça PCA pode custar três vezes mais que o F-35

Um jato de superioridade aérea da próxima geração para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), conhecido como Penetrating Counter Air, pode custar cerca de US$ 300 milhões em dólares de 2018 por avião, informou o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) em um novo estudo.


Poder Aéreo

WASHINGTON – A esse preço, o PCA teria o custo de mais de três vezes o do jato F-35A, que é definido em cerca de US$ 94 milhões.

Concepção inicial do PCA – Penetrating Counter Air

Esse valor, embora não seja uma estimativa de custo oficial do Pentágono, representa a primeira vez que uma entidade governamental avaliou o preço potencial para o PCA.

O CBO estima que a USAF precisará de 414 aeronaves PCA para substituir os atuais F-15C/D e F-22, atuais caças da Força Aérea voltados para o combate ar-ar. Também supõe que a primeira aeronave entrará em serviço em 2030, com base no desejo declarado do serviço de começar a colocar em campo o PCA em torno desse período de tempo.

A razão para o preço enorme seria o custo das novas tecnologias. Segundo o CBO, “a aeronave PCA provavelmente teria uma maior autonomia e capacidade de carga, além de recursos stealth e sensores aprimorados, do que o F-22 de hoje; essas características ajudariam a operar na presença das defesas aéreas de alto nível que o DoD acredita que a China, a Rússia e outros adversários em potencial podem ter no futuro”.

FONTE: Defense News

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