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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Grupo de navios norte-americanos chega a Oriente Médio para combater terrorismo

O porta-aviões de propulsão nuclear estadunidense USS John C. Stennis, da classe Nimitz, entrou nas águas do Oriente Médio junto com um grupo de navios da Marinha dos EUA, cessando o período de oito meses durante o qual porta-aviões norte-americanos não estiveram presentes na região, segundo a mídia americana.


Sputnik

O grupo aeronaval será baseado com a 5ª Frota, responsável pela atividade naval dos EUA no mar Arábico e golfo Pérsico, permanecendo na região durante pelo menos dois meses.


USS John C. Stennis (CVN-74), um super-porta-aviões de propulsão nuclear norte-americano da classe Nimitz
USS John C. Stennis CVN-74 © flickr.com/ U.S. Pacific Command

De acordo com a mídia, o grupo de ataque está sendo posicionado para ajudar na luta contra o grupo terrorista Daesh no Iraque e na Síria e o Talibã no Afeganistão (ambos proibidos na Rússia e em outros países).

Além disso, os responsáveis oficiais do Departamento de Defesa dos EUA confirmaram as informações anteriores de que os EUA estavam reforçando sua presença na região como uma "mensagem" para Teerã, sublinhando o propósito de fazer uma "demonstração de força ao Irã" através de sua presença.

Anteriormente, o Pentágono anunciou que os EUA teriam de treinar mais 35.000 milícias locais para "garantir estabilidade" na região da Síria oriental, controlada pelos curdos depois de o grupo terrorista Daesh ter sido expulso.

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