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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Guarda Costeira da Ucrânia põe navios em prontidão de combate

Todos os navios e lanchas pertencentes à Guarda Costeira ucraniana estão em prontidão de combate após a imposição da lei marcial em 10 regiões do país.


Sputnik

De acordo com o chefe da entidade militar, Pyotr Tsigikal, todas as embarcações já se encontram no mar.


Navio ucraniano Chercasi no porto de Sevastopol (foto de arquivo)
Navio ucraniano Chercasi © Sputnik / Vasily Batanov

"Todos os navios e lanchas da Guarda Costeira [da Ucrânia] estão em prontidão de combate. Praticamente todas as embarcações estão hoje no mar", declarou o alto militar ao canal UATV.

Entretanto, ele afirmou que, após a imposição da lei marcial no país, também foi criada a direção marítima regional.

As Forças Armadas e o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU, na sigla em ucraniano) também foram anteriormente postos em prontidão de combate.

Em 25 de novembro três navios da Marinha ucraniana — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — violaram os artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre direito marítimo, atravessando a fronteira da Rússia. Os navios entraram nas águas russas temporariamente fechadas e realizaram manobras perigosas sem reagir às exigências das embarcações russas que se encontravam na zona.

A Guarda Costeira russa tomou a decisão de usar armas. Como resultado, os navios ucranianos foram detidos. Três militares ucranianos ficaram levemente feridos, mas receberam assistência médica e não correm risco de vida.

Por sua parte, a Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Em 26 de novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou a imposição da lei marcial em 10 regiões do país por um prazo de 30 dias.

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