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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Intenção dos EUA de 'sepultar' INF gera novos riscos para Europa, diz chanceler russo

Após a declaração do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, de que os EUA estão dispostos a abandonar o Tratado INF daqui a 60 dias, o chanceler russo, Sergei Lavrov, afirmou que a intenção americana gera grandes riscos para a Europa.


Sputnik

"A expansão precipitada da OTAN, o aumento do potencial da Aliança no chamado flanco oriental, a instalação de defesa antimíssil dos EUA na Europa e [a aplicação de] sanções ilegítimas por pretextos inventados levaram à crise de confiança no Euroatlântico", declarou Lavrov na sessão do Conselho de Ministros das Relações Exteriores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, realizada em Milão.


Chanceler russo Sergei Lavrov na conferência da imprensa da OTAN, Bruxelas 2011
Sergei Lavrov © AFP 2018 / J. SCOTT APPLEWHITE

"Novos riscos são criados devido à intenção dos Estados Unidos de sepultar mais um acordo internacional, desta vez o de mísseis de médio e curto alcance", acrescentou o ministro russo.

O chanceler também citou que os países-membros da Organização do Tratado de Segurança Coletiva aprovaram uma declaração especial sobre o assunto, que é um documento da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.

Não é a primeira vez que os EUA ameaçam deixar de participar de um tratado. Em 2002, sob a liderança de George W. Bush, Washington se retirou do Tratado de Mísseis Antibalísticos (ABM).

Já o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) foi firmado por EUA e União Soviética em 1987. O acordo proíbe a posse e o desenvolvimento de mísseis de curto e médio alcance. Os EUA alegam que a Rússia tenha violado o acordo INF com construção de mísseis proibidos. Moscou declarou inúmeras vezes que cumpre tudo que é necessário, e possui questões sérias quanto ao cumprimento do acordo pelos americanos.

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