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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Japão quer elevar gastos militares a um nível recorde e comprar mais armas dos EUA

O Ministério da Defesa do Japão pretende enfrentar seus desafios de segurança com um aumento recorde de gastos militares e estreitar os seus laços com os EUA comprando mais armamentos estadunidenses, informou o jornal financeiro Nikkei.


Sputnik

Segundo o diário, se pretende gastar pelo menos 27 trilhões de ienes (R$ 938 bilhões) entre abril de 2019 e março de 2024. Isso se conseguiria com um aumento anual de 1,1% durante esse período, significativamente maior que os 0,8% do lustro atual.


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Comunica-se que o plano dos militares inclui uma separação entre os gastos domésticos, relacionados com pessoal e equipamentos existentes, e a aquisição de armas. A primeira parte agora é equivalente a 80% dos gastos militares.

A separação das despesas com novos equipamentos facilitaria as compras de Washington, que pressiona para uma maior importação de bens norte-americanos ao mesmo tempo que ameaça com novas tarifas sobre automóveis para reduzir o atual déficit comercial com Tóquio.

De acordo com o diário, o Ministério espera que as maiores ameaças à segurança que atualmente enfrenta o Japão, entre as quais continua se destacando o potencial nuclear e balístico da Coreia do Norte, ajudem que o planejado seja aprovado pelo poder executivo japonês nos meados de dezembro.

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