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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Japão quer elevar gastos militares a um nível recorde e comprar mais armas dos EUA

O Ministério da Defesa do Japão pretende enfrentar seus desafios de segurança com um aumento recorde de gastos militares e estreitar os seus laços com os EUA comprando mais armamentos estadunidenses, informou o jornal financeiro Nikkei.


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Segundo o diário, se pretende gastar pelo menos 27 trilhões de ienes (R$ 938 bilhões) entre abril de 2019 e março de 2024. Isso se conseguiria com um aumento anual de 1,1% durante esse período, significativamente maior que os 0,8% do lustro atual.


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Comunica-se que o plano dos militares inclui uma separação entre os gastos domésticos, relacionados com pessoal e equipamentos existentes, e a aquisição de armas. A primeira parte agora é equivalente a 80% dos gastos militares.

A separação das despesas com novos equipamentos facilitaria as compras de Washington, que pressiona para uma maior importação de bens norte-americanos ao mesmo tempo que ameaça com novas tarifas sobre automóveis para reduzir o atual déficit comercial com Tóquio.

De acordo com o diário, o Ministério espera que as maiores ameaças à segurança que atualmente enfrenta o Japão, entre as quais continua se destacando o potencial nuclear e balístico da Coreia do Norte, ajudem que o planejado seja aprovado pelo poder executivo japonês nos meados de dezembro.

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