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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Juiz adia decisão sobre diretora da Huawei detida no Canadá

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, permanecerá um dia mais na prisão após a decisão desta segunda-feira de um juiz canadense de realizar amanhã uma terceira audiência para determinar se lhe concede a liberdade sob fiança.


EFE

Toronto - O juiz William Ehrcke, do Tribunal Supremo da província da Colúmbia Britânica, no Canadá, anunciou que prosseguirá a audiência nesta terça-feira após escutar os argumentos dos advogados defensores para conceder a liberdade sob fiança de Meng enquanto se decide se será extraditada aos EUA.


EPA/Maxim Shipenkov
Meng Wanzhou | EPA/Maxim Shipenkov

Meng, de 46 anos de idade, foi detida pelas autoridades canadenses a pedido dos Estados Unidos no último dia 1º de dezembro em Vancouver quando dirigia-se ao México.

Meng é acusada pelas autoridades americanas de fraude por violar as sanções comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Irã. A executiva chinesa, que é filha do fundador da Huawei, negou a acusação.

A promotoria canadense solicitou a Ehrcke que mantenha Meng na prisão até que os tribunais decidam se a diretora da Huawei será extraditada aos Estados Unidos, um processo que pode durar um ano.

Por sua parte, o advogado do Estado declarou que prefere que Meng seja encaminhada para prisão domiciliar.

Ehrcke decidiu adiar sua decisão sobre a liberdade sob fiança de Meng diante das dúvidas colocadas pela promotoria e o advogado do Estado sobre a legalidade de que seja o marido de Meng, um cidadão chinês sem residência no Canadá, quem garanta a fiança a pagar.

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