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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Kiev anuncia preparação de nova passagem de navios pelo estreito de Kerch

Kiev planeja uma nova passagem de navios ucranianos pelo estreito de Kerch, declarou o chefe do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Aleksandr Turchinov.


Sputnik

Respondendo à pergunta sobre a possibilidade de repetir tal passo, Turchinov sublinhou que não se deve "demorar com isso".


Navio da Marinha da Ucrânia (foto de arquivo)
Navio da Marinha da Ucrânia © Foto: Domínio Público/Marinha dos EUA/S. Weston Jones

"Nós também propomos aos nossos parceiros participar dessa passagem de portos ucranianos no mar Negro aos portos ucranianos na costa do mar de Azov", anunciou Turchinov em entrevista à rede BBC.

Segundo ele, as autoridades convidarão representantes da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e outras organizações internacionais para estarem presentes nos navios ucranianos durante a passagem.

"A nossa iniciativa ainda não recebeu resposta. Mas eu espero que durante a passagem seguinte de navios militares ucranianos pelo estreito de Kerch eles pelo menos nos enviem seus observadores", destacou o chefe do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia considerou as palavras de Turchinov como "absolutamente irresponsáveis" e que se destinam apenas a "agravar a situação".

Na segunda-feira (17), o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que a Ucrânia está preparando uma provocação militar na fronteira com a Rússia, planejada para fim de dezembro.

Provocação da Marinha da Ucrânia

A última grande provocação do lado ucraniano teve lugar em 25 de novembro, quando três navios da Marinha ucraniana, Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu, atravessaram a fronteira da Rússia, violando assim o direito marítimo. As embarcações entraram em águas temporariamente fechadas e efetuaram manobras perigosas, ignorando as exigências da Guarda Costeira russa.

A Guarda Costeira russa se viu obrigada a usar armas. Em seguida, todos os navios ucranianos foram apreendidos e as tripulações foram detidas. O lado russo abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Após o incidente, o parlamento ucraniano aprovou a imposição da lei marcial em 10 regiões da Ucrânia por 30 dias.

Segundo o líder russo, a ação hostil ucraniana no mar Negro está associada à baixa popularidade do presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, em vésperas das eleições.

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