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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Londres destrói constantemente provas no caso Skripal, diz chefe da inteligência russa

Apenas uma investigação conjunta do Reino Unido e da Rússia pode estabelecer a verdade sobre o caso do envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia, mas Londres não reage às propostas de ajuda de Moscou, revelou o chefe do Serviço de Inteligência Exterior da Rússia (SVR), Sergei Naryshkin.


Sputnik

"Se vocês se lembram, a Rússia ofereceu imediatamente ajuda e expressou sua disposição de participar da investigação do incidente, dessa provocação, infelizmente, o Reino Unido não quer cooperar", explicou Narishkin em uma entrevista ao canal de televisão russo Rossiya 1. 


Militares limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal em Salisbury.
Militares ingleses limpando os pontos relacionados ao envenenamento de Skripal © Sputnik / Alex McNaughton

Além disso, de acordo com Naryshkin, Moscou considera a investigação britânica "uma provocação", acrescentando que, em sua opinião, Londres "destrói constantemente provas".

Em 4 de março, o ex-agente secreto Sergei Skripal e sua filha foram envenenados na cidade britânica de Salisbury, o que provocou um grande escândalo internacional. Londres acusou Moscou de ter orquestrado o ataque com o que especialistas do Reino Unido afirmaram ser o agente nervoso A234 (também conhecido como Novichok).

A parte russa negou todas as acusações, exigindo acesso à investigação do caso e aos seus cidadãos que estavam em um hospital britânico, mas Londres recusou todos os pedidos.

No início de setembro, a parte britânica mostrou fotos de dois supostos suspeitos do envenenamento — Aleksandr Petrov e Ruslan Boshirov — e alegou que os dois indivíduos eram oficiais do GRU, mas logo acrescentou que os nomes eram falsos.

Porém, os homens refutaram as acusações em entrevista ao canal russo RT, dizendo que visitaram o Reino Unido como turistas e não têm conexão com os serviços de inteligência.

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