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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Maduro acusa autoridade dos EUA de plano para invadir Venezuela

O governante da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta quarta-feira, sem fornecer evidência, que o assessor de segurança nacional dos Estados Unidos, John Bolton, está liderando um plano para invadir o país sul-americano, que está a cada dia em maior discordância com Washington num momento em que sua economia socialista colapsa.


Reuters

Em declaração no palácio do governo, Maduro afirmou que na Casa Branca está sendo preparado um plano “para violentar a democracia venezuelana, para me assassinar e para impor um governo ditatorial na Venezuela”. Maduro fez sua acusação dias após bombardeiros russos aterrisarem na Venezuela para realizar exercícios militares, desencadeando uma guerra verbal entre Moscou e Washington.

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Nicolás Maduro | Reprodução

A Casa Branca disse que a Rússia informou os EUA de que os bombardeiros deixarão a Venezuela na sexta-feira. “O senhor John Bolton foi encarregado, mais uma vez, como chefe de um plano para encher a Venezuela de violência e para buscar uma intervenção militar estrangeira”, disse Maduro, acrescentando que Bolton está coordenando o treinamento de mercenários em bases militares na Colômbia e nos Estados Unidos.

Não houve nenhum comentário imediato do gabinete de Bolton sobre as declarações de Maduro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no ano passado que uma “opção militar” estava sobre a mesa com relação à Venezuela, alimentando a alegação de Maduro de que Washington está buscando derrubar seu governo de esquerda, o que autoridades dos EUA negam.

O governo Trump aplicou diversas rodadas de sanções contra a Venezuela desde o ano passado. Bolton é um antigo rival de governos de esquerda da América Latina e anunciou as mais recentes sanções contra a Venezuela no mês passado como parte de uma promessa para reprimir a Venezuela, Cuba e Nicarágua, a quem ele chamou de “tróica da tirania”.

Maduro diz que EUA querem assassiná-lo para estabelecer ditadura na Venezuela

Nicolás Maduro, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos estão planejando assassiná-lo para estabelecer uma ditadura no país sul-americano.

Maduro, que frequentemente acusa Washington de tentar derrubá-lo, disse que o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, está envolvido no plano. Os Estados Unidos negam as acusações de Maduro.

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