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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Mais de 1.900 refugiados retornaram à Síria nas últimas 24 horas

Mais de 580 pessoas retornaram da Jordânia à Síria e mais de 1.350 retornaram do Líbano nas últimas 24 horas, informou o Centro Russo de Habitação e Localização de Refugiados.


Sputnik

"Nas últimas 24 horas, 1.938 refugiados retornaram à Síria, dos quais 1.357 do Líbano e 581 da Jordânia", informou o comunicado no site do Ministério da Defesa da Rússia.


Campo de refugiados na cidade síria de Ayn Issa
Campo de refugiados sírios © Sputnik / Hikmet Durgun

Além disso, um total de 215 sírios retornaram aos seus locais de residência permanente.

O ministério acrescentou que a Fundação Ahmat Kadirov realizou um evento de caridade em Aleppo, onde distribuiu entre a população uma tonelada de pão e bens de uso diário.

Além disso, unidades de sapadores do Exército Sírio desativaram mais de 30 cargas explosivas em uma área de 8,1 hectares nas províncias de Al Quneitra, Homs e Damasco.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

A solução para a crise é buscada em duas plataformas, a de Genebra, sob os auspícios da ONU, e a de Astana, co-patrocinada pela Rússia, Turquia e Irã.

As negociações em Astana, desde então, contribuíram para a criação das chamadas zonas de segurança na Síria, reduziram a escalada da violência e facilitaram o retorno dos refugiados às suas casas.

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