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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Mais de 1.900 refugiados retornaram à Síria nas últimas 24 horas

Mais de 580 pessoas retornaram da Jordânia à Síria e mais de 1.350 retornaram do Líbano nas últimas 24 horas, informou o Centro Russo de Habitação e Localização de Refugiados.


Sputnik

"Nas últimas 24 horas, 1.938 refugiados retornaram à Síria, dos quais 1.357 do Líbano e 581 da Jordânia", informou o comunicado no site do Ministério da Defesa da Rússia.


Campo de refugiados na cidade síria de Ayn Issa
Campo de refugiados sírios © Sputnik / Hikmet Durgun

Além disso, um total de 215 sírios retornaram aos seus locais de residência permanente.

O ministério acrescentou que a Fundação Ahmat Kadirov realizou um evento de caridade em Aleppo, onde distribuiu entre a população uma tonelada de pão e bens de uso diário.

Além disso, unidades de sapadores do Exército Sírio desativaram mais de 30 cargas explosivas em uma área de 8,1 hectares nas províncias de Al Quneitra, Homs e Damasco.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

A solução para a crise é buscada em duas plataformas, a de Genebra, sob os auspícios da ONU, e a de Astana, co-patrocinada pela Rússia, Turquia e Irã.

As negociações em Astana, desde então, contribuíram para a criação das chamadas zonas de segurança na Síria, reduziram a escalada da violência e facilitaram o retorno dos refugiados às suas casas.

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