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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Moscou: declaração da OEA sobre aviões russos prejudica nossa colaboração com organização

Anteriormente, a Organização dos Estados Americanos expressou preocupação em conexão com o envio de aviões militares russos à Venezuela.


Sputnik

"A Secretaria-Geral da OEA toma nota, com a maior preocupação, das notícias vindas da Venezuela sobre a possibilidade de aeronaves capazes de usar armas nucleares, provenientes da Rússia, se encontrarem no seu território", lê-se na declaração, divulgada no site da organização.


Bombardeiro estratégico russo Tu-160
Tupolev Tu-160 russo © Sputnik / Yury Strelets

Segundo a OEA, a presença da missão militar em questão no território venezuelano viola a Constituição da Venezuela, por não ter sido autorizada pela Assembleia Nacional, além de violar "normas fundamentais do direito internacional".

O Ministério das Relações Exteriores russo comentou a declaração da OEA.

"Em conexão com a declaração divulgada no site da OEA […] em relação ao voo à Venezuela de dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, que podem portar armas nucleares, gostaríamos de responder o seguinte: a Federação da Rússia cumpre, de forma rigorosa e completa, as obrigações por si assumidas derivadas do Protocolo Adicional II do Tratado para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe (Tratado de Tlatelolco), no qual estão estabelecidas as garantias jurídicas que excluem o uso e a ameaça de uso das armas nucleares em relação aos Estados da zona", lê-se no comentário do Departamento de Informações e Imprensa do Ministério das Relações Exteriores russo.

A chancelaria acrescentou que o "voo à Venezuela dos bombardeiros estratégicos russos não viola o Tratado de nenhuma forma".

Além disso, o ministério disse lamentar que "a chefia da OEA use seu estatuto para difundir informações falsas e inventadas sobre a política da Rússia na região latino-americana no estilo do 'highlylikely' [altamente provável]".

"Não podemos aceitar que uma estrutura regional tão respeitável como a OEA faça declarações políticas que visam de forma objetiva criar uma atmosfera de desconfiança nas relações entre a Rússia e os países da América Latina e do Caribe", lê-se no comentário.

"Desta forma, voluntaria ou involuntariamente é prejudicada a colaboração entre a Rússia e a própria organização, com que o nosso país, na qualidade de observador permanente, vem desenvolvendo uma interação construtiva em diferentes área ao longo dos últimos anos", ressaltou o comentário da chancelaria.

Anteriormente, dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião cargueiro An-124 e um avião de longe alcance Il-62 da Força Aeroespacial russa aterrissaram no território da Venezuela para participar das manobras conjuntas.

O presidente colombiano, Ivan Duque, expressou preocupação com o voo, sugerindo que a medida não era amigável.

De acordo com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, as visitas de aviões militares de outros países continuarão. Maduro afirmou que o voo dos aviões russos faz parte dos planos de colaboração entre a Rússia e a Venezuela. O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, assinalou que ninguém no mundo deve ter medo da presença dos aviões russos no território do país.

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