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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
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"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Não queremos armas nucleares dos EUA aqui, diz ministro de Relações Exteriores da Alemanha

O ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, disse que os mísseis nucleares americanos não devem estar estacionados na Alemanha ou em qualquer lugar da Europa, em meio a um debate de controle de armas de Washington com Moscou.


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"A implantação de novos mísseis de médio alcance encontraria uma resistência generalizada na Alemanha", declarou Maas em entrevista à agência de notícias alemã dpa.


Base norte-americana de Ramstein, na Alemanha
Base aérea dos EUA em Ramstein, Alemanha © AP Photo /

Os EUA devem deixar o Tratado INF de 30 anos com a Rússia, que vem impedindo Washington de colocar mísseis na Europa. Ambos os países acusam um ao outro de violar o tratado, e ambos negam qualquer irregularidade de sua parte.

"De maneira nenhuma a Europa deve se tornar o cenário de um debate sobre o aumento de armas", ponderou Maas.

A implantação de armas nucleares em resposta a supostas violações de tratados é a lógica da era da Guerra Fria, acredita o diplomata alemão.

"O armamento nuclear é certamente a resposta errada", comentou. "A política dos anos 80 não ajuda a responder às questões de hoje".

Os EUA estão acusando a Rússia de construir mísseis proibidos pelo Tratado INF, enquanto Moscou diz que os sistemas americanos de defesa antimísseis já instalados na Europa Oriental podem ser facilmente convertidos em lançadores de mísseis balísticos ofensivos.

Em outubro, os EUA anunciaram que desistiriam do tratado, a menos que a Rússia suspendesse as supostas violações e, em dezembro, desse à Rússia um prazo de 60 dias para cumprir o acordo. De acordo com o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, Moscou foi imediatamente informada de que a decisão era definitiva, e não uma tentativa de iniciar um diálogo.

A Rússia alertou que teria que responder se os mísseis americanos estão estacionados na Europa, fazendo com que esses locais sejam alvos potenciais.

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