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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Não queremos armas nucleares dos EUA aqui, diz ministro de Relações Exteriores da Alemanha

O ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, disse que os mísseis nucleares americanos não devem estar estacionados na Alemanha ou em qualquer lugar da Europa, em meio a um debate de controle de armas de Washington com Moscou.


Sputnik

"A implantação de novos mísseis de médio alcance encontraria uma resistência generalizada na Alemanha", declarou Maas em entrevista à agência de notícias alemã dpa.


Base norte-americana de Ramstein, na Alemanha
Base aérea dos EUA em Ramstein, Alemanha © AP Photo /

Os EUA devem deixar o Tratado INF de 30 anos com a Rússia, que vem impedindo Washington de colocar mísseis na Europa. Ambos os países acusam um ao outro de violar o tratado, e ambos negam qualquer irregularidade de sua parte.

"De maneira nenhuma a Europa deve se tornar o cenário de um debate sobre o aumento de armas", ponderou Maas.

A implantação de armas nucleares em resposta a supostas violações de tratados é a lógica da era da Guerra Fria, acredita o diplomata alemão.

"O armamento nuclear é certamente a resposta errada", comentou. "A política dos anos 80 não ajuda a responder às questões de hoje".

Os EUA estão acusando a Rússia de construir mísseis proibidos pelo Tratado INF, enquanto Moscou diz que os sistemas americanos de defesa antimísseis já instalados na Europa Oriental podem ser facilmente convertidos em lançadores de mísseis balísticos ofensivos.

Em outubro, os EUA anunciaram que desistiriam do tratado, a menos que a Rússia suspendesse as supostas violações e, em dezembro, desse à Rússia um prazo de 60 dias para cumprir o acordo. De acordo com o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, Moscou foi imediatamente informada de que a decisão era definitiva, e não uma tentativa de iniciar um diálogo.

A Rússia alertou que teria que responder se os mísseis americanos estão estacionados na Europa, fazendo com que esses locais sejam alvos potenciais.

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