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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

National Interest julga embaixador dos EUA por críticas sobre Tu-160 russo

Após dois bombardeiros Tu-160 terem realizado voo à Venezuela, o embaixador dos EUA na Colômbia, Kevin Whitaker, chamou-os de "peças de museu". A revista norte-americana The National Interest tratou ceticamente as palavras do alto funcionário dos EUA.


Sputnik

Segundo a edição, levando em conta as capacidades atuais do bombardeiro estratégico russo, batizado de "cisne branco", bem como a modernização futura ao nível do Тu-160М2, pode-se concluir que esses aviões permanecerão relevantes no futuro próximo.


Um bombardeiro estratégico Tu-160
Tupolev Tu-160 © flickr.com/ cryogenic666

O autor do artigo afirma que na "atmosfera da postura política" é necessário primeiramente levar em consideração o nível de capacidades dos portadores de mísseis russos. A era da tecnologia não significa obrigatoriamente o seu atraso, assinala The National Interest, acrescentando que os caças norte-americanos F-16, que são 10 anos mais velhos do que os Tu-160, supostamente ainda permanecerão em serviço dos EUA até 2040.

Entretanto, os bombardeiros estratégicos, tais como o Tu-160, não devem obrigatoriamente corresponder aos últimos avanços da indústria aeronáutica em cumprimento de suas tarefas imediatas, diz o artigo. O Tu-160 representa uma ameaça, pois são capazes de levar com sucesso até ao alvo sua carga de combate, o que foi demonstrado na Síria, escreve a edição.

Além disso, a Rússia planeja modernizar sua frota de aeronaves capazes de levar mísseis, segundo o autor. Em 2019, planeja-se expandir a produção do Тu-160М2 modernizado, que será equipado com aviônicos modernos e motores aperfeiçoados, o que evidencia o sucesso do modelo básico de avião, concluiu a publicação.

O bombardeiro estratégico russo Tu-160 é considerado o maior e mais poderoso avião supersônico na história da aviação militar, bem como a aeronave militar mais pesada. O Tu-160 está em serviço desde 1987, e foi usado pela primeira vez em condições de combate na Síria em 2015.

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