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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Novos destróieres americanos perdem sua arma principal

A Marinha anunciou recentemente ao Congresso que o exclusivo sistema de artilharia naval Advanced Gun System (AGS) dos destróieres da classe Zumwalt permanecerá como letra morta em um futuro previsível.


Sputnik

Originalmente, o destróier foi desenhado para atingir alvos costeiros permanecendo ao mesmo tempo inalcançável para o inimigo. Estava planejado construir 32 navios, mas depois o projeto foi reduzido a três, e então o preço das munições para a arma de longo alcance aumentou demais: o custo de um projétil do sistema AGS acabou atingindo mais de US$ 800.000.


USS Michael Monsoor, segundo navio de guerra norte-americano da classe Zumwalt
USS Michael Monsoor © AP Photo / Robert F. Bukaty

Neste caso, a Marinha informou que o projeto está sendo readaptado como embarcação de luta contra navios e plataforma de ataque em vez de um navio de bombardeamento de costa.

Segundo o almirante William Merz, a Marinha designou a classe Zumwalt como plataforma de ataque de superfície e antinavio que usará seu sistema vertical de lançamento de mísseis para atingir alvos terrestres e marítimos com mísseis de cruzeiro de longo alcance.

O primeiro navio da classe deverá entrar no serviço em 2021.

Até agora, foram construídos dois navios da classe, mais um está a caminho. Destes três, apenas um é considerado em funcionamento, mas nenhum dos navios está ainda operacional apesar de anos de atrasos, escreve o UPI.

O sistema Advanced Gun System (AGS) de 155 milímetros foi produzido pela Lockheed Martin especialmente para os destróieres da classe Zumwalt, sendo um sistema de artilharia com o maior calibre entre os desenvolvidos após a Segunda Guerra Mundial. Planejava-se que cada destróier recebesse dois sistemas AGS.

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