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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

ONU: 'Irã continua honrando seus compromissos nucleares'

Conselho de Segurança debateu situação nuclear no país do Oriente Médio; subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse que secretário-geral lamenta reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas.


ONU

A subsecretária-geral para os Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, disse esta quarta-feira que o Irã “continua a implementar os seus compromissos nucleares”.


Conselho de Segurança discute o programa nuclear do Irã | Foto ONU/Manuel Elias

DiCarlo participou num encontro do Conselho de Segurança, em Nova Iorque, que debateu a situação nuclear no país do Oriente Médio.


Acordo

A representante apresentou as principais conclusões do sexto relatório do secretário-geral sobre a implementação de uma resolução do Conselho de Segurança sobre o assunto.

O acordo internacional para restringir o programa nuclear iraniano, conhecido como Plano de Ação Conjunto Abrangente, Jcpoa, na sigla em inglês, entrou em vigor em 1 de janeiro de 2016.

Segundo DiCarlo, no mês passado, a Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, informou o Conselho de Segurança de que o país continua a cumprir os seus compromissos.

A responsável disse que o secretário-geral “acolhe a confirmação de todos os participantes na sua completa e efetiva implementação.”

Para Guterres, “é essencial que o plano continue funcionando para todos seus participantes, incluindo entregando benefícios econômicos tangíveis para o povo iraniano.”


Sanções

Em maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a retirada unilateral do acordo e o lançamento de novas sanções.

DiCarlo disse que o secretário-geral “lamenta a reposição pelos Estados Unidos de sanções que tinham sido levantadas no cumprimento do plano, depois de sua retirada do Jcpoa.”

Guterres acredita que “assuntos não relacionados diretamente com o plano devem ser resolvidos sem preconceito para preservar o acordo e suas conquistas.”

Ao mesmo tempo, o chefe da ONU pede ao Irã que “considere com cuidado, e resolva, as preocupações expressadas pelos Estados-membros sobre as suas atividades em relação a medidas de restrição” incluídas no acordo.

DiCarlo terminou dizendo que, para Guterres, o plano continua em vigor. O chefe da ONU recorda o pedido Conselho de Segurança para que “todos os Estados-membros, organizações regionais e internacionais apoiem a implementação do plano e se evitem ações que o enfraqueça.”

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