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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Oposição síria: tropas estrangeiras devem deixar o país

Todas as forças estrangeiras devem deixar o território da Síria após a resolução do conflito, disse à Sputnik um membro da delegação da Comissão de Negociação Síria, Hadi Bahra.


Sputnik

"Acredito que a Síria deve finalmente se libertar da presença de tropas estrangeiras. Acho que isso só será possível depois que alcançarmos uma solução política justa para o conflito na Síria e cumprirmos com a resolução 2254 do Conselho de Segurança da ONU", disse Al Bahra.


Militantes rebeldes da oposição síria
Militantes rebeldes sírios © REUTERS / Ammar Abdullah

Desde março de 2011, o país árabe vive um conflito armado no qual as tropas do governo são confrontadas por grupos armados de oposição e organizações terroristas.

Os EUA, liderando a coalizão internacional antiterrorista, vêm lançando ataques aéreos contra a Síria desde 2014, sem o consentimento das autoridades de Damasco.

Por outro lado, a Rússia realiza uma ofensiva aérea desde setembro de 2015, a pedido do presidente sírio, Bashar Assad, para impedir o avanço dos terroristas.

Em 6 de dezembro de 2017, o Estado-Maior russo anunciou a liberação completa de todos os territórios anteriormente controlados por terroristas do Daesh. No entanto, algumas células jihadistas ainda realizam ataques em algumas partes do país.

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