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Lançamento do Submarino Riachuelo – S40 (VIDEO)

Hoje, 14 de dezembro, às 10h da manhã em Itaguaí-RJ, teve início a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um nuclear que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil. A cerimônia conta com a presença do Presidente da República.
Poder Naval

O nome do primeiro submarino, “Riachuelo”, é alusivo à Batalha Naval do Riachuelo, considerada decisiva na Guerra do Paraguai, com atuação destacada da Marinha do Brasil.


Acompanhe a Cerimônia em tempo real no vídeo no final deste post.
Prosub

O Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Mas o país pleiteia na Organização das Naç…

OTAN diz ter encontrado a chave para vencer defesa da Rússia, indica mídia

A OTAN encontrou as chaves para superar a defesa da Rússia na Crimeia e em Kaliningrado, afirma o chefe da recém-restaurada Segunda Frota dos EUA, o vice-almirante Andrew Lewis, citado pelo jornal Business Insider.


Sputnik

Em particular, os militares dos EUA têm prestado especial atenção à tática das tropas russas, segundo a qual a Rússia está constantemente expandindo a chamada negação de área (A2/AD, na sigla em inglês) ou seja, a negação ou a interdição do acesso de tropas estrangeiras às áreas estrategicamente importantes.


Da esquerda para a direita: corveta Steregushchy, contratorpedeiro Nastoichivy e fragata Admiral Gorshkov estão ancorados na base da frota russa em Baltiysk na região de Kaliningrado, na Rússia. 19 de julho de 2015.
Navios russos © REUTERS / Maxim Shemetov

Segundo antes afirmou o ex-comandante das Forças Terrestres dos EUA na Europa, o potencial da Rússia de bloquear o acesso a pontos estratégicos varia de região para região.

"No entanto, esse potencial da Rússia em Kaliningrado e na Crimeia é mais significativo, visto que lá existem sistemas de defesa antiaérea, defesa antimíssil e antinavio, e também estão deslocados vários milhares de soldados", indicou o alto militar.

Ademais, ele adicionou que, em conjunto com os meios de guerra eletrônica e radares, as possibilidades de deslocação das forças da OTAN nessas regiões podem ser significativamente restringidas.

No entanto, de acordo com o vice-almirante Andrew Lewis, citado pelo jornal, a OTAN sabe como lidar com essa tática dos militares russos.

"Não entrando em detalhes sobre os quais não posso falar, estou seguro de que somos capazes de agir em condições de bloqueio. Sei que nossos porta-aviões podem fazê-lo. Sei que nossa força de superfície também pode. Temos um método claro para atingir isso. Baseia-se em uma manobra física e complexa; sabemos ficar silenciosos quando precisamos ser silenciosos e podemos falar quando é necessário falar", declarou.

Além disso, Lewis acrescentou que durante vários anos, os membros da Aliança Atlântica têm prestado especial atenção a essa questão e conseguiram "um progresso sério".

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