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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Político curdo revela para quem é vantajosa a operação turca na Síria

A operação militar do Exército turco, que poderá começar na cidade síria de Manbij e ao leste do rio Eufrates, traz vantagens para a Turquia, para os EUA e para os grupos terroristas do Daesh, opina o político curdo das Unidades de Proteção Popular (YPG), Reizan Hedu.


Sputnik

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que a Turquia estava prestes a começar uma operação na cidade síria de Manbij contra as YPG se os Estados Unidos não retirassem de lá as milícias curdas. O Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), por sua vez, anunciou que responderia à Turquia de maneira dura no caso de se iniciar a operação contra as forças curdas na Síria.


Combatente curdo das Unidades de Proteção Popular (YPG) em Al-Hasakah, norte da Síria
Tropa curda YPG © REUTERS / Rodi Said

"Os primeiros a obter vantagens é o Daesh [proibido na Rússia e em vários outros países]. Cada vez que o cerco se aperta em redor deles, eles recebem um cabo de salvação. O segundo a aproveitar é Erdogan, por exportar os problemas fora do país", declarou Hedu.

Segundo o político curdo, hoje em dia os curdos anunciam seus êxitos na operação contra o Daesh em Deir ez-Zor e junto à fronteira iraquiana. Se a operação em Manbij começar, as Forças Democráticas Sírias serão obrigadas a deslocar forças para essa linha de frente, o que enfraqueceria suas posições na frente contra o Daesh, ou seja, os terroristas terão uma espécie de pausa.

Hedu opina que a Turquia está passando por uma grave crise econômica, agravada por relatórios dos países ocidentais sobre violações de direitos humanos e torturas nas cadeias. Além disso, Erdogan tenta obter o apoio dos nacionalistas turcos nas próximas eleições e desencadear um novo conflito para distrair a atenção do não-cumprimento de obrigações perante a Rússia e o Irã, sublinhou.

A terceira parte que recebe vantagens da operação no leste do rio Eufrates, são os EUA, garantindo para si cobertura internacional para justificar a sua presença na Síria. Os EUA têm intenção de se posicionarem como uma força pacificadora que separa as duas forças, tentando continuar a guerra na Síria e adiar decisão para receber mais proveitos, disse Hedu.

Para ele, a Turquia não tem força suficiente para tomar uma decisão independente sem aprovação de Washington. "Vale a pena lembrar que, depois da ocupação de Afrin pelas forças turcas, quase todo o norte sírio está sob influência da OTAN. Washington está ao leste do Eufrates, a Turquia — a oeste do rio", acrescentou o político curdo.

No início desta semana, Erdogan anunciou sua intenção de lançar uma operação militar nas áreas curdas "em poucos dias". No discurso, ele confirmou esses planos, dizendo que a Turquia estava determinada a levar paz e segurança às áreas ao leste do Eufrates.

Os EUA alertaram a Turquia contra a implementação dos planos, dizendo que uma ação militar unilateral prejudicaria a cooperação militar entre os dois países. O lado curdo disse que responderia fortemente a qualquer ataque da Turquia.

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