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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Polônia acelera planos de substituição de caças

A Polônia deve acelerar a substituição dos caças RAC MiG-29 e da aeronave de ataque Sukhoi Su-22 da Força Aérea, seguindo as instruções do ministro da Defesa do país.


Poder Aéreo

Mariusz Błaszczak, ministro da Defesa Nacional, declarou repetidamente seu objetivo de remover aeronaves da era soviética do inventário de Varsóvia.

MiG-29 da Polônia

Mas agora Błaszczak instruiu o chefe do estado-maior geral das forças armadas polonesas a acelerar a implementação do programa de substituição de acordo com o requisito Harpia.

A Polônia está buscando aeronaves que possam desempenhar várias funções de combate, incluindo certas operações marítimas e missões de guerra eletrônica.

Segundo o vice-ministro da Defesa, Wojciech Skurkiewicz, “o fim da fase analítica e conceitual do programa Harpia está previsto para o final de fevereiro de 2019. As entregas de novas aeronaves devem começar em 2024.”

Os fundos para a aquisição foram alocados através do plano de modernização militar da Polônia para 2018-2022.

Até que a Polônia ofereça requisitos mais precisos, alguns fabricantes continuarão incertos com qual aeronave responder, se é que precisam. Atualmente, a Boeing pode propor o F-15 ou o F/A-18E/F; a Leonardo, em nome do consórcio Eurofighter, oferecerá o Typhoon; a Lockheed Martin pode lançar o F-16 – seja exemplares atualizados ou aeronaves de nova construção – ou o F-35, enquanto a Saab poderia responder com o Gripen E.

No final de setembro, os Su-22 da Polônia retornaram às operações de vôo, seguidos pelos MiG-29 no início de novembro, após a implementação de boletins de serviço nos motores Klimov RD-33 da aeronave e nos assentos ejetáveis ​​K-36DM.

No entanto, as investigações continuam no acidente fatal de um MiG-29 em julho.

FONTE: FlightGlobal

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