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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Poroshenko anuncia reforço das forças ucranianas na fronteira russa

O presidente ucraniano Pyotr Poroshenko anunciou o aumento do contingente do Exército ucraniano na fronteira russo-ucraniana.


Sputnik

"Um elemento importante da resposta adequada às ações do agressor é o reforço dos destacamentos de tropas, de acordo com meu intento estratégico de usar as forças de defesa do país. No âmbito desse processo, várias unidades de combate e destacamentos das Forças Armadas da Ucrânia são deslocados para as direções mais perigosas ao longo de toda a linha da nossa fronteira para reforçar as capacidades de defesa", escreveu o líder ucraniano no Twitter.


Forças ucranianas (foto de arquivo)
Tropas ucranianas © Photo: AP/Sergei Chuzavkov

Anteriormente, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovara a imposição da lei marcial em 10 regiões do país por um prazo de 30 dias.

A medida foi tomada por Kiev após o incidente no estreito de Kerch em 25 de novembro deste ano, quando três navios da Marinha ucraniana violaram a fronteira russa entrando nas águas territoriais da Rússia, sem reagir às exigências das embarcações russas que se encontravam no local. A guarda fronteiriça da Rússia tomou a decisão de deter os navios e os tripulantes. A Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Moscou qualificou o incidente como uma provocação explicada pela baixa popularidade do presidente Pyotr Poroshenko nas vésperas das eleições presidenciais. Os países europeus apelaram à Ucrânia e à Rússia para diminuírem a escalação e mostrarem o máximo comedimento.

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