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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Poroshenko colocou mundo à beira da guerra, diz líder parlamentar russo

O presidente da Duma (parlamento russo), Vyacheslav Volodin, afirmou que o líder ucraniano, Pyotr Poroshenko, realizou uma provocação nas águas territoriais da Rússia e, de fato, colocou o mundo à beira de uma guerra.


Sputnik

"A tensão que está sendo criada no mundo deve ser qualificada. Nós não entendemos por que as ações do presidente da Ucrânia hoje permanecem sem essa qualificação", disse Volodin durante reunião.


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko, 14 de maio de 2014
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"De fato, Poroshenko colocou o mundo à beira da guerra, impondo a lei marcial e colocando as tropas em prontidão de combate. Ele fez isso para preservar seu poder", complementou.

No decorrer do encontro na terça-feira (4) com o parlamentar lituano Rolandas Paksas, Volodin salientou que a provocação da Ucrânia nas águas russas "mostra mais uma vez que medidas uma pessoa pode tomar, com o apoio de Washington, para preservar seu próprio poder".

"Isso diz respeito a todos nós, todos os que vivem no lar europeu, mas todos estão calados", disse o parlamentar russo.

No dia 25 de novembro, três navios da Marinha Ucraniana (Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu) juntamente com sua tripulação foram detidos por violarem a fronteira nacional da Rússia, infringindo os artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre o direito marítimo. Na sequência, o parlamento da Ucrânia aprovou a introdução da lei marcial (proposta por Poroshenko) por 30 dias nas regiões do país situadas ao longo da fronteira com a Rússia, bem como ao longo da costa do mar Negro e do mar de Azov.

O incidente foi qualificado pelo presidente russo Vladimir Putin como provocação, tendo ele observado que entre os membros da tripulação dos navios ucranianos infratores havia dois membros do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU).

Segundo o líder russo, a provocação no mar Negro está associada à baixa popularidade do presidente da Ucrânia na véspera das eleições no país.

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