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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Poroshenko colocou mundo à beira da guerra, diz líder parlamentar russo

O presidente da Duma (parlamento russo), Vyacheslav Volodin, afirmou que o líder ucraniano, Pyotr Poroshenko, realizou uma provocação nas águas territoriais da Rússia e, de fato, colocou o mundo à beira de uma guerra.


Sputnik

"A tensão que está sendo criada no mundo deve ser qualificada. Nós não entendemos por que as ações do presidente da Ucrânia hoje permanecem sem essa qualificação", disse Volodin durante reunião.


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko, 14 de maio de 2014
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"De fato, Poroshenko colocou o mundo à beira da guerra, impondo a lei marcial e colocando as tropas em prontidão de combate. Ele fez isso para preservar seu poder", complementou.

No decorrer do encontro na terça-feira (4) com o parlamentar lituano Rolandas Paksas, Volodin salientou que a provocação da Ucrânia nas águas russas "mostra mais uma vez que medidas uma pessoa pode tomar, com o apoio de Washington, para preservar seu próprio poder".

"Isso diz respeito a todos nós, todos os que vivem no lar europeu, mas todos estão calados", disse o parlamentar russo.

No dia 25 de novembro, três navios da Marinha Ucraniana (Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu) juntamente com sua tripulação foram detidos por violarem a fronteira nacional da Rússia, infringindo os artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre o direito marítimo. Na sequência, o parlamento da Ucrânia aprovou a introdução da lei marcial (proposta por Poroshenko) por 30 dias nas regiões do país situadas ao longo da fronteira com a Rússia, bem como ao longo da costa do mar Negro e do mar de Azov.

O incidente foi qualificado pelo presidente russo Vladimir Putin como provocação, tendo ele observado que entre os membros da tripulação dos navios ucranianos infratores havia dois membros do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU).

Segundo o líder russo, a provocação no mar Negro está associada à baixa popularidade do presidente da Ucrânia na véspera das eleições no país.

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