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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

'Presença militar dos EUA na Síria dificulta luta antiterrorista', diz diplomacia russa

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, declarou nesta quinta-feira (13) que a presença militar dos EUA na Síria não ajuda, mas dificulta a luta contra o terrorismo no país.


Sputnik

Em 12 de dezembro, o comissário especial dos EUA na coalizão internacional contra o Daesh (auto-intitulado Estado Islâmico, proibido na Rússia e outros países), Brett McGurk, declarou que atualmente os EUA e seus aliados enfrentam dificuldades na luta contra os terroristas na Síria.


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Militares dos EUA no norte da Síria © AP Photo / Hussein Malla

A representante da chancelaria russa enfatizou que tais declarações buscam justificar a presença ilegal armada dos Estados Unidos.

"De acordo com as estimativas russas, [a presença americana] não apenas não responde aos interesses da eliminação final dos terroristas internacionais na Síria, mas também se torna um obstáculo real para atingir esse objetivo", disse Maria Zakharova em entrevista coletiva.

A Síria vive desde março de 2011, um conflito no qual as tropas do governo enfrentam facções armadas da oposição e grupos terroristas.

Os EUA intervieram no conflito sírio em setembro de 2014, liderando uma coalizão internacional que começou a bombardear as posições de grupos terroristas sem o consentimento de Damasco.

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