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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Presidente do Chile anuncia emenda constitucional para facilitar remoção de militares

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou nesta quarta-feira (26) uma emenda à Constituição para remover gestores das Forças Armadas de maneira mais simples e direta.


Sputnik

"Vamos enviar uma reforma constitucional para acabar com o antigo mecanismo de remoção", disse Piñera em entrevista ao Canal 13.


Sebastián Piñera, presidente do Chile
Sebastián Piñera © AFP 2018 / Odd Andersen

Na semana passada, Piñera anunciou na televisão nacional sua decisão de remover o diretor dos Carabineros, o general Hermes Soto, após o assassinato do indígena Camilo Catrillanca. Os Carabineiros são uma espécie de polícia militar do país.

No entanto, Soto se recusou a renunciar. O impasse obrigou o governo a acionar um mecanismo nunca utilizado da Constituição em que o Governo Federal pede a destituição do líder militar e explica seus motivos ao Congresso e ao Controlador-Geral da República.

Piñera pretende simplificar esse processo e argumentou que "os comandantes das Forças Armadas e o diretor-general dos Carabineros devem ser subordinados ao poder civil e quando o presidente pede a demissão devem renunciar no ato".

Na sexta-feira, 21 de dezembro, o governo conseguiu demitir o general Soto e nomeou o general Mario Rozas.

A saída de Soto é uma das muitas facetas da crise desencadeada pelo assassinato da liderança indígena Catrillanca na Araucanía. Da origem Mapuche, ele foi morto com um tiro nas costas das forças policiais.

Mais de 20 funcionários dos Carabineros já foram demitidos por conta do episódio, e quatro deles estão sendo processados ​​por acusações de homicídio e obstrução da justiça.

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