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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Presidente ucraniano quer abolir tratado de amizade com a Rússia

O presidente ucraniano, PyotrPoroshenko, afirmou neste sábado (8) que assinará, na segunda-feira (10), uma lei abolindo o Tratado de Amizade, Cooperação e Parceria entre Rússia e Ucrânia.


Sputnik

Na quinta-feira (6), o parlamento ucraniano votou pelo não prolongamento do tratado, que vai até 1º de abril de 2019. Dentre os 450 parlamentares, um total de 277 apoiaram a medida.


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
Pyotr Poroshenko © Foto : Presidência da Ucrânia / Mikhail Palinchak

"Há um certo simbolismo no término do acordo sobre a chamada amizade com a Rússia. Vou assinar a lei correspondente na segunda-feira", disse Poroshenko em sua conta oficial no Twitter.

​O tratado de amizade, cooperação e parceria foi assinado entre os dois países há 21 anos. O documento fundamental para as relações bilaterais entre os países e prevê uma parceria estratégica.

A Rússia disse que a decisão de Kiev prejudicaria ainda mais as relações bilaterais. A oposição ucraniana igualmente condenou a medida como prejudicial aos interesses nacionais da Ucrânia, argumentando do que a medida criaria um vácuo legal nas relações entre os dois países.

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