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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Presidente ucraniano quer abolir tratado de amizade com a Rússia

O presidente ucraniano, PyotrPoroshenko, afirmou neste sábado (8) que assinará, na segunda-feira (10), uma lei abolindo o Tratado de Amizade, Cooperação e Parceria entre Rússia e Ucrânia.


Sputnik

Na quinta-feira (6), o parlamento ucraniano votou pelo não prolongamento do tratado, que vai até 1º de abril de 2019. Dentre os 450 parlamentares, um total de 277 apoiaram a medida.


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
Pyotr Poroshenko © Foto : Presidência da Ucrânia / Mikhail Palinchak

"Há um certo simbolismo no término do acordo sobre a chamada amizade com a Rússia. Vou assinar a lei correspondente na segunda-feira", disse Poroshenko em sua conta oficial no Twitter.

​O tratado de amizade, cooperação e parceria foi assinado entre os dois países há 21 anos. O documento fundamental para as relações bilaterais entre os países e prevê uma parceria estratégica.

A Rússia disse que a decisão de Kiev prejudicaria ainda mais as relações bilaterais. A oposição ucraniana igualmente condenou a medida como prejudicial aos interesses nacionais da Ucrânia, argumentando do que a medida criaria um vácuo legal nas relações entre os dois países.

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