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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Putin: Poroshenko cria habilmente provocações para responsabilizar Rússia

O presidente russo, Vladmir Putin, afirmou nesta quarta-feira (5) que não responde às tentativas do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de falar com ele ao telefone por não querer participar de sua campanha eleitoral e da combinação evidente relacionada à provocação ucraniana no estreito de Kerch.


Sputnik


"Não é que eu simplesmente evite ou não queira falar com Pyotr [Poroshenko], não é isso", afirmou Putin, quando lhe foi pedido por jornalistas para comentar a ausência de uma conversa telefônica com Poroshenko, solicitada pelo lado ucraniano.


Presidente russo, Vladimir Putin
Vladimir Putin © Sputnik / Aleksei Druzhinin

"É que eu não quero participar de sua campanha eleitoral", explicou.

De acordo com ele, o presidente ucraniano cria habilmente situações de crise e provocações para responsabilizar por elas a Rússia, e depois ele quer demonstrar que é "capaz de resolver com êxito os problemas surgidos".

"Esta é uma combinação evidente, eu não quero e não vou participar destas combinações", ressaltou o líder russo.

No dia 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — atravessaram a fronteira da Rússia, violando assim o direito marítimo. Os navios entraram em uma zona aquática temporariamente encerrada e efetuaram manobras perigosas, ignorando as advertências da Guarda Costeira russa.

O lado russo se viu obrigado a usar armas. Em seguida, todos os navios ucranianos foram apreendidos e as tripulações foram detidas. A Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Em 26 de novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou a imposição da lei marcial em 10 regiões da Ucrânia por 30 dias.

Posteriormente, Vladimir Putin qualificou as ações da Marinha ucraniana como uma provocação organizada por Pyotr Poroshenko.

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