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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Qual seria estratégia da China para aniquilar Força Aérea dos EUA?

A Força Aérea da China está tentando competir e derrotar a Força Aérea dos EUA através de estratégias audaciosas, afirma mídia.


Sputnik

A China está utilizando uma estratégica que vai muito além da competição. Para isso, o país está adquirindo tecnologias como podem, sejam elas copiadas, usurpadas ou inovações próprias, afirma The National Interest.


Caça furtivo chinês J-20
Chengdu J-20 © Foto: Public Domain / Sunson Guo

Segundo o especialista americano Scott Harold, a Força Aérea da China possui o objetivo de defender o espaço aéreo do país, o processo de um conflito sobre Taiwan e a projeção de superioridade com relação a ilhas disputadas.

A principal estratégia utilizada pelos chineses para alcançar meta é confiar em suas novas e antigas tecnologias, além de copiar tecnologias de outras potências militares. Além disso, o legado das capacidades da força aeroespacial da China é derivado da Guerra Fria.

Outro fato que comprova essa estratégia chinesa é a compra de caças russos Su-27. A China utilizou caças russos Su-27 para obter parte da tecnologia utilizada no motor, consequentemente, criando o motor chinês, ou seja, os chineses absorveram parte da tecnologia russa e aplicaram nas inovações chinesas.

Porém, deve ser ressaltado que, a China é líder mundial em tecnologia hipersônica, isso porque o líder chinês decidiu criar munições velozes, muito valiosas para a defesa do país, prevenindo as ações dos EUA nas proximidades do país. Fato que destaca o potencial chinês, já que nenhum outro país está investindo em tecnologia hipersônica.

As aeronaves chinesas possuem características de diversos caças americanos, além de caças russos e tecnologias israelenses, segundo a revista The National Interest.

O país asiático iniciou a organização de seus próprios treinamentos, visando superioridade aérea, com o objetivo de derrotar a Força Aérea dos EUA.

Além disso, os chineses desejam desenvolver satélites de vigilância em elevadas quantidades, ou seja, o gigante asiático não está preocupado com a corrida espacial dos EUA, mas, sim, está construindo obstáculos para as forças americanas, através de armas antissatélite para que a Força Aérea dos EUA não possua equipamentos similares. Com esses satélites, a China dominaria o espaço sem qualquer corrida espacial.

Porém, a China escolheu combater os EUA, e em tempos de guerra, em um eventual combate aéreo direto, a China contará com aeronaves e treinamentos similares aos dos EUA, além de a China estar desenvolvendo caças melhores, pilotos mais velozes e em uma quantidade maior do que os EUA, o que pode se tornar um grande perigo para os norte-americanos.

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