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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Relatório da CIA indica que príncipe saudita 'provavelmente ordenou' assassinato de Khashoggi, diz jornal

Segundo 'Wall Street Journal', agência americana obteve mensagens enviadas por Salmán a assessor que supervisionou execução do jornalista.


France Presse

A agência de inteligência dos Estados Unidos tomou conhecimento de uma série de mensagens enviadas pelo príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salmán, horas antes e depois do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, ao assessor que supervisionou a operação, informou neste sábado (dia 1º) o "Wall Street Journal".

Príncipe herdeiro Mohamed ben Salman, da Arábia Saudita — Foto: Bandar Algaloud / Media Office Of Mohammed Bin Salman / AFP
Príncipe herdeiro Mohamed ben Salman, da Arábia Saudita — Foto: Bandar Algaloud / Media Office Of Mohammed Bin Salman / AFP

O jornal publicou trechos do relatório secreto da CIA segundo o qual Salmán "provavelmente" ordenou a morte do jornalista saudita, assassinado em outubro durante uma visita ao consulado de seu país em Istambul.

O relatório informa que o príncipe escreveu pelo menos 11 mensagens a seu assessor mais próximo, Saud al-Qahtani, que supervisionou a equipe de 15 homens enviados à Turquia para assassinar Khashoggi.

O conselheiro real foi demitido e acusado formalmente na Arábia Saudita de ter desempenhado um papel central no caso. Al-Qahtani se comunicou diretamente com o líder da equipe durante a operação, segundo a CIA. O "Wall Street Journal" não especifica o tipo de mensagem.

A CIA ignora o conteúdo das mensagens enviadas, mas seu relatório conclui, com grau de certeza "de moderado a alto", que o príncipe "mirou pessoalmente" em Khashoggi e, "provavelmente, ordenou o seu assassinato".

"Faltam informações diretas que mostrem que o príncipe herdeiro emitiu uma ordem de assassinato", assinala o relatório.

Os espiões americanos também informam que o líder saudita disse a pessoas próximas, em agosto de 2017, que, se não podia levar Khashoggi para a Arábia Saudita, "eventualmente poderíamos atraí-lo fora do país e fazer arranjos", o que "parece antecipar a operação saudita lançada contra Khashoggi".

O conteúdo exato do relatório da CIA é amplamente discutido em Washington desde que o presidente americano, Donald Trump, declarou publicamente que o serviço de inteligência "não encontrou nada absolutamente certo".

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