Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Resolução dos EUA para condenar atividades do Hamas é rejeitada na Assembleia Geral

A Assembleia Geral da ONU rejeitou na quinta-feira (6) uma resolução proposta pelos Estados Unidos que condenava o Hamas e outros grupos militantes da Faixa de Gaza.


ONU

A resolução condenava o Hamas por “repetidamente disparar foguetes contra Israel e por incitar violência, logo, colocando civis em riscos”, e por uso de recursos em Gaza para construir infraestruturas militares, “incluindo túneis para infiltração em Israel e equipamentos para lançar foguetes contra áreas civis”.

Sessão da Assembleia Geral da ONU sobre a situação no Oriente Médio. Foto: ONU/Loey Felipe
Sessão da Assembleia Geral da ONU sobre a situação no Oriente Médio. Foto: ONU/Loey Felipe

A proposta também especificava a necessidade de maior engajamento do secretário-geral da ONU e do coordenador especial das Nações Unidas para o Processo de Paz no Oriente Médio em esforços para amenizar a situação em Gaza.

Uma votação processual realizada antes da votação principal – pedindo que esta fosse decidida por maioria de dois terços – foi aprovada na câmara, diminuindo as chances de a resolução passar. No total, 87 votaram a favor, 57 contra e 33 se abstiveram, o que significou que a resolução não conseguiu maioria de dois terços.

Antes da votação, a representante permanente dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, afirmou que, apesar das mais de 500 resoluções da Assembleia Geral condenado Israel, nenhuma condenando o Hamas foi adotada.

Ela descreveu necessidade de maioria de dois terços como “injusta”, acrescentando que a resolução do Hamas era uma oportunidade para Estados “fazerem a coisa certa”.

O embaixador israelense, Danny Danon, disse que a resolução era uma chance para “redenção da ONU” e que aqueles que votaram contra “deveriam se envergonhar”.

Diversos Estados explicaram as razões pelo voto contra a resolução. O representante da Arábia Saudita afirmou que, desde 1967, Israel não respeita quaisquer resoluções do Conselho de Segurança ou da Assembleia Geral. Representantes do Irã e do Kuwait afirmaram que a resolução “ignora” e “tira atenção” das raízes do conflito.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas