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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Rússia denuncia perigosa intrevenção ocidental nos Balcãs

A Rússia denunciou hoje a perigosa intervenção da União Européia (UE) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) nos assuntos internos dos países balcânicos.


Prensa Latina

Moscou - A Rússia manifesta sua preocupação pelo aumento dos esforço da OTAN e da UE para a assimilação da região balcânica, indicou o ministro de Assuntos Exteriores, Serguei Lavrov.

Sergei Lavrov | Reprodução

Tudo isso leva à formação de novas linhas divisórias e à instabilidade da própria Europa, considerou Lavrov, em declarações ao jornal grego Efimerida t sindakton.

As nações balcânicas são colocadas perante a falsa disjuntiva de estar com Moscou, por um lado, ou com Washington e Bruxelas, pelo outro, afirmou o diplomata russo, em alusão ao caso da Macedônia e Montenegro, candidatos a fazer parte da OTAN.

Essas ações só levam a uma 'maior instabilidade da arquitectura de segurança da Europa, ao aumento da tensão e ao aparecimento de novas linhas divisórias', declarou o ministro russo.

Assim, o regime de protetorado imposto à república ex-yugoslava de Bósnia e Herzegóvina, onde rege um complicado sistema de presidência rotatória de suas três grandes comunidades, impede o desenvolvimento da região, considerou.

O representante especial da UE para Bósnia e Herzegóvina estabelece um regime de protetorado que impede o processo de reconciliação e o cumprimento do acordo de paz, apesar do fato que esse funcionário público deveria ser a garantia desses processos, apontou.

Agora pretendem deslegitimar as eleições realizadas na Bósnia e, principalmente, criar um estado de opinião que coloque em dúvida a vitória do líder dos sérvio-bósnios Miroslav Dodic, declarou Lavrov.

O representante especial e enviado da UE tem direito a anular decisões dos órgãos executivos e legislativos de todas as instâncias da Bósnia e Herzegóvina.

Além disso, tal enviado da UE pode destituir funcionários públicos de qualquer nível, incluindo membros do parlamento e o presidente da República Srpska. Essas decisões de nenhuma forma podem ser revogadas.

Especialistas recordam que nos acordos de Dayton, assinados em 1995 para acabar com o conflito na referida região entre sérvios, croatas e muçulmanos bósnios, em nenhum momento se falava de tais prerrogativas, que foram estabelecidas depois.

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