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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Rússia exige investigação de ataques aéreos da OTAN no Afeganistão

Moscou exige uma investigação completa dos ataques aéreos da coalizão liderada pela OTAN em províncias afegãs e levar os responsáveis ​​à justiça. A informação foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta segunda-feira (3).


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De acordo com a chancelaria, os ataques aéreos na província de Helmand mataram pelo menos 23 pessoas e feriram três civis, enquanto as ações militares da coalizão em Paktia mataram oito e feriram quatro civis, elevando o número de incidentes semelhantes para pelo menos cinco na segunda quinzena de novembro.


Soldado da OTAN no Afeganistão, foto de arquivo
Tropa da OTAN no Afeganistão © AP Photo / Massoud Hossaini

"A situação causa profunda preocupação. Essa falta criminosa de profissionalismo levanta sérias questões sobre as atividades das tropas da OTAN no Afeganistão. Até onde podemos ver, o aumento observado nas baixas está diretamente relacionado à decisão norte-americana anunciada anteriormente de intensificar sua atividade militar no Afeganistão", disse o ministério em um comunicado.

"Exigimos que uma investigação completa dos incidentes acima mencionados seja realizada e que os responsáveis ​​sejam levados à justiça", destacou a diplomacia russa.

A missão Apoio Resoluto da OTAN no Afeganistão teve início em 2015 e inclui mais de 13 mil militares que treinam e assessoram as forças de segurança afegãs no combate a terroristas, em primeiro lugar ao Talibã (proibido na Rússia).

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