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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Rússia impõe novo embargo a produtos e alimentos ucranianos

O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, anunciou neste sábado um novo embargo a produtos e alimentos da Ucrânia como represália por medidas similares adotadas pelo governo do país vizinho após o incidente naval no mar Negro.


EFE

Moscou - Anunciado no Twitter por Medvedev, o embargo será aplicado tanto aos produtos fabricados ou processados na Ucrânia como àqueles que chegam ao mercado russo através do território ucraniano.


O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev. EPA/KIMMO BRANDT
O primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev | EPA/KIMMO BRANDT

A lista de artigos sancionados inclui turbinas - com exceção das utilizadas na aviação civil -, máquinas pesadas, transformadores e produtos químicos, entre outros.

Além disso, também foi proibida a exportação de trigo e óleo de cozinha; conservas de peixe, frutas e verduras; chocolates, pães, doces, biscoitos e bolos; moluscos e caviar; vinhos, licores e sucos de frutas, segundo o governo russo, que se disse disposto a revogar o embargo caso Kiev faça o mesmo em relação às sanções que aplicou a alguns artigos russos.

Moscou já havia imposto, em janeiro de 2016, um embargo a carnes, peixes frescos, frutas, verduras, produtos lácteos e sal ucranianos.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, anunciou há poucos dias novas sanções à Rússia por apoiar as eleições nas áreas separatistas das regiões de Donetsk e Lugansk e em função do incidente naval no mar Negro entre os dois países. Além disso, prolongou por um ano o embargo a uma série de produtos russos e também as sobretaxas a alguns artigos.

Medvedev já tinha aumentado na terça-feira a lista de funcionários, comandantes militares, deputados e empresas ligadas ao governo ucraniano sancionados.

As tensões entre os dois países se intensificaram com o incidente ocorrido em 25 de novembro no mar Negro. Na ocasião, três navios ucranianos com 24 pessoas a bordo foram feitos prisioneiros pela guarda costeira da Rússia por violação das águas territoriais do país, atuação que Poroshenko e governos ocidentais classificaram como "agressão".

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