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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Sanções dos EUA contra Teerã são 'terrorismo econômico', afirma presidente do Irã

As sanções dos EUA contra o Irã são exemplos flagrantes de "terrorismo econômico" e, ao perturbar a capacidade de Teerã de combater ataques terroristas, Washington coloca sua própria segurança em risco, disse o presidente iraniano Hassan Rouhani.


Sputnik

Ele observou ainda que as restrições impostas novamente por Washington visam "aterrorizar a economia" do Irã e ameaçar outras nações para cortarem o comércio e o investimento no país, segundo a mídia local.


Vista de Teerã
Teerã, capital do Irã © Fotolia / Borna_Mir

Falando em uma conferência sobre segurança no sábado (8), Rouhani observou que as sanções podem fazer o tiro sair pela culatra, uma vez que minam os esforços de Teerã para combater o tráfico de drogas e os ataques terroristas.

"Eu aviso aqueles que impõem sanções que, se a capacidade do Irã de combater as drogas e o terrorismo for afetada […] vocês não estarão a salvo de um dilúvio de drogas, buscadores de asilo, bombas e terrorismo", advertiu o presidente iraniano.

Nas margens do evento, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, acusou os EUA de inundarem a região com armas, transformando-a em um "barril de pólvora".

"O nível de vendas de armas pelos norte-americanos é inacreditável e muito além das necessidades regionais", alertou Zarif, acrescentando que isso constitui uma política "muito perigosa" conduzida por Washington na região.

O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs novamente sanções ao setor petroleiro e ao setor bancário de Teerã no início deste ano, depois de retirar seu país do Plano de Ação Conjunto (JCPOA, sigla em inglês) sobre o programa nuclear iraniano. Trump criticou o acordo como "inadequado em sua essência" e acusou Teerã de violá-lo secretamente.

Na semana passada, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusou o Irã de testar um míssil balístico de alcance intermediário capaz de transportar ogivas nucleares. Sem confirmar ou negar o teste em si, os militares iranianos alegaram que todos os testes de mísseis visam fortalecer a defesa nacional. O chanceler Zarif criticou além disso as declarações de Pompeo como "hipocrisia", acrescentando que Washington violou a mesma resolução ao abandonar o acordo nuclear.

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